
Há sensações de independência que não são liberdade verdadeira, pois negam a verdade e se destinam à calamidade.
Por exemplo, duas mulheres podem saltar de um avião e experimentar uma liberdade na queda livre. Mas há uma diferença: uma está portando um pára-quedas às costas e a outra está livre deste peso. Qual delas está mais livre? Aquela que não tem um pára-quedas sente-se livre — até mais livre, visto que não sofre as restrições das tiras do pára-quedas. Mas, ela não é de fato livre. Ela está presa à força da gravidade e à ilusão de que tudo está bem. Este falso senso de liberdade é de fato escravidão à calamidade, que está para acontecer com certeza após um ligeiro momento de prazer.
Isto é o que, hoje, muitas mulheres (e homens) pensam sobre a liberdade. Eles a julgam com base nas sensações imediatas de independência. Mas, a verdadeira liberdade leva em conta o propósito de Deus na criação e busca se encaixar tranquilamente no bom desígnio de Deus. A liberdade inclui também fazer o que queremos. Mas, a mulher madura não busca esta liberdade, forçando a realidade a se enquadrar em seus desejos. Ela busca a liberdade ao transformar seus desejos, a fim de que se enquadrem à perfeita vontade de Deus (Romanos 12.2). A maior liberdade está em sermos tão transformados pelo Espírito de Deus que possamos fazer o que gostamos, sabendo que nossos atos se conformam à vontade de Deus e levam à vida e à glória.
Deus não pretende que as mulheres sejam esmagadas, subjugadas ou frustradas. Entretanto, Ele também não pretende que elas façam algo para remover tais sentimentos, sem considerarem se a ação é apropriada. Às vezes, a liberdade vem de mudanças exteriores, nas circunstâncias. Às vezes, vem de mudanças interiores, no coração e na mente.
Atualmente, muitos dizem, por exemplo, que a verdadeira liberdade para uma lésbica seria a liberdade de agir de acordo com a sua preferência sexual. Mas eu diria que a verdadeira liberdade não pode ignorar o juízo de Deus sobre a atividade homossexual, nem a vontade de Deus de que homens e mulheres sejam heterossexuais em suas relações sexuais. Portanto, a verdadeira liberdade não é cedermos a todo impulso. Envolve, antes, a satisfação de descobrirmos o poder de Deus e libertarmo-nos da escravidão a nossos egos pecaminosos.
Deus não pretende que as mulheres sejam esmagadas, subjugadas ou frustradas. Entretanto, Ele também não pretende que elas façam algo para remover tais sentimentos, sem considerarem se a ação é apropriada. Às vezes, a liberdade vem de mudanças exteriores, nas circunstâncias. Às vezes, vem de mudanças interiores, no coração e na mente.
Atualmente, muitos dizem, por exemplo, que a verdadeira liberdade para uma lésbica seria a liberdade de agir de acordo com a sua preferência sexual. Mas eu diria que a verdadeira liberdade não pode ignorar o juízo de Deus sobre a atividade homossexual, nem a vontade de Deus de que homens e mulheres sejam heterossexuais em suas relações sexuais. Portanto, a verdadeira liberdade não é cedermos a todo impulso. Envolve, antes, a satisfação de descobrirmos o poder de Deus e libertarmo-nos da escravidão a nossos egos pecaminosos.
Acredito que a feminilidade à qual Deus chama a mulher é o caminho da liberdade para toda mulher. A feminilidade madura não se desenvolverá em circunstâncias iguais para todas as mulheres; mas acarretará responsabilidades sobre todas as mulheres, da mesma maneira que a masculinidade madura acarreta responsabilidades sobre todos os homens. Algumas destas responsabilidades expressamos naturalmente. Outras devemos aprender através de oração, fé e prática.
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John Piper e Wayne Grudem











