Dia 16 completei 17 anos que casei e uma palavra cobre toda esta vida juntos: AMOR. Os anos passam, a tonicidade de minha pele e a agilidade de minha mente também, mas, a despeito disso, o amor de Luciano por mim cresce cada vez mais firme e vigoroso.
Ele é gentil, totalmente amável. Ele não me deixa sozinha cuidando de tudo. Ele é cuidadoso em suas palavras e generoso em seus atos de amor. Ele sabe que sou sensível e que não gosto de relacionamentos frios, por isso mantém aceso aquele calor de recém-casado. Ele compartilha comigo suas decisões, me torna importante todas as vezes que divide comigo seus planos, seus desafios. Ele conta com meus conselhos e ouve cada sugestão minha. Ao casar-se comigo, ele acreditou que eu era digna de sua vida.
É muito fácil amá-lo. Minha feminilidade mais nobre foi construída pelas próprias mãos dele todas as vezes que suportou todas as coisas por mim. Sim, ele é digno de receber minha submissão, todo amor confiante que pus aos seus pés. Já me disseram, certa vez, que o casamento tirou de mim a capacidade de desenvolvimento das habilidades pessoais, que limitou meu horizonte. É verdade que coloquei no altar do casamento todas as minhas esperanças e medos, todas as possibilidades de alegria ou tristeza, toda capacidade de desenvolvimento, todos os interesses ternos e sagrados. Mas é mais verdade ainda que ele fez de tudo isso sua mais sublime missão, empenhando todas as suas forças para tornar a minha vida feliz, nobre e abençoada.
Luciano, você é a força que me abriga, a vida que edifica a minha. Dentro das nossas portas, seu amor é como o sol e o orvalho que fazem desabrochar minha maior beleza. Foi o lar que você me deu que despertou meus maiores talentos, minhas mais altas capacidades, minha força insuspeitada.
Mas o que para mim tem maior valor é que seu amor entra comigo em todas as experiências sagradas. Nós ocupamos o mesmo lugar como herdeiros da mesma graça. Unidos na mesma fé, misturando nosso amor mútuo ao amor de Deus, sei que seremos unidos para sempre no céu em comunhão eterna. Nosso amor irá além do vale das sombras; ele está firmado no Deus eterno que nunca passará.
Feliz 17 anos! Eu te amo ❤️
15 anos se passaram desde que dissemos sim um para o outro. Naquele dia tudo foi tão singelo, tão natural… Nossos corações, entre música, flores e abraços, jamais poderiam mensurar que grande vida teríamos pela frente, os melhores anos de nossas vidas. Nosso casamento guarda muitas semelhanças com instrumentos que unidos tocam. Primeiro, afinamos. Depois, já perfeitamente de acordo, começamos a tocar a bela música composta pelo Grande Autor da vida, sem discórdias ou desafinações. Essa canção de amor jamais poderia ser escrita por homem algum. Nossas notas encontraram-se e descobrimos tantas poesias, tantos acordes, tantos sons…
Você sabe, eu sou musicista por formação. Passei minha adolescência deslumbrada com melodias, lendo partituras fáceis e difíceis, colocando minha alma num dom que veio do céu. Mas essa fase chegou ao fim quando nos conhecemos. Não que precisava ser assim, não que algo me impediu de continuar, mas Deus escolheu pra mim outra canção, outro instrumento para me dedicar, outro dom para despertar. E sabe, descobri que meu encanto com a música terrena nem se comparava com aquela que estava começando a aprender com você. A melodia que entoamos nunca antes havia sido revelada; ela é bela demais para ter sido formulada em nossos sonhos.
Após o véu do templo do nosso amor, encontramos riquezas e comunhão que não podem ser expressas com palavras. O casamento é um grande mistério. Como disse JR Miller em 1880: "’Os dois serão uma só carne’ não é mera figura de linguagem. O casamento rompe o muro separador e duas vidas se tornam uma. Cada um abre cada recanto, cada câmara para o outro. Há um interfluxo mútuo, a vida entrando na vida”.
Como nos conhecemos nestes anos! Como é bom comprovar ano após ano que o seu caráter, sua fé e as promessas que me fez na juventude não eram um conto. Você não faz nenhum esforço para conter um mau temperamento. O manto delicado da polidez não foi arrancado simplesmente porque ele não existia. A consideração - ah, a velha consideração! - não ficou presa no ano de 2004. A rotina não lhe roubou o cortejo, nem mesmo o altruísmo. Pelo contrário, todos os dias me encanta sua vida simples, sincera, devota. Quanto amor você guarda! Quanta beleza no coração! O resultado disso tudo é a felicidade, a felicidade que hoje sinto.
Não, eu não desejo voltar no tempo. Não desejo viver o romantismo da juventude, nem sentir o coração bater como naqueles dias. Não desejo nem mesmo a beleza que nos atraiu, ou a saúde que nos permitiu assumir tantos riscos. Minha expectativa é viver mais para descobrir o valor inestimável de uma beleza duradoura, de uma emoção perene, de um sonho eterno mesmo que envolto em corpos que envelhecem. Quero ficar de cabelos brancos, quero perder minhas forças e a tonicidade dos meus dias perto de você. Eu sei, cada vez mais esse dia se aproxima e já experimentamos os sinais da sua chegada.
Os primeiros vislumbres desse futuro prometem! Na minha doença, você foi gentil e gracioso. Meus desejos pra você são como prescrições divinas com tarja preta! Cada dor, cada doença, cada plano desfeito, cada limitação adquirida fortaleceu o nosso amor e eu imagino quão forte ele estará quando finalmente os maus dias chegarem!
Parece uma declaração estranha, nada romântica, mas não é. Eu falo de amor real, de um amor que foi elevado para além das paixões e sentidos, sendo a cada novo dia mais santo, mas espiritual. Isso se revela nas nossas conversas, na comunhão mais profunda dos nossos espíritos elevados. O segredo da nossa união é justamente esse compartilhar a respeito das coisas de Deus, esse comungar dos interesses mais sagrados da alma e realidades da eternidade. Somos casados com toda a nossa natureza celestial e isso nos mantém de pé. Dialogar sobre os temas mais sagrados da vida e da esperança com você antecipa o lar abençoado que teremos além desta vida de labuta. O verdadeiro casamento pra mim é esse cuja alegria maior está à frente, na vida por vir.
Nossas vidas harmonizadas produzem a música mais doce do amor que flui de dois corações agora em um uníssono suave. Vivemos apenas uma vida, compartilhando preocupações, alegrias, tristezas e esperanças um do outro. Entre nós não há quartos escondidos, chaves não compartilhadas, senhas secretas. Pela graça de Deus, nenhum terceiro foi levado para este santo dos santos, nem mesmo aquelas personagens mais doces, mais gentis, mais queridas e sábias - ninguém, exceto Deus, jamais teve permissão de conhecer algo da vida sagrada que estamos vivendo desde que nos unimos.
Nosso amor não espera pelo sofrimento para que a ternura do coração derreta o frio gelado da negligência e da indiferença. E, mesmo desejando viver eternamente, não esperamos que a morte revele a beleza da vida simples que se move ao nosso lado. Apreciamos e valorizamos os esplendores do amor e sua doçura antes que ele desapareça desta vida. A cadeira vazia não será a primeira a revelar o valor que temos um para o outro, a tristeza pela perda não será aquela que trará aos nossos corações a ternura e a riqueza dos gestos gentis que permanecem aqui, dentro de nós o tempo todo (JR Miller).
O teu serviço mostra o teu amor por mim, e esse amor flui no tom da tua voz, no teu olhar, nos teus atos. De todas as experiências espirituais que já vivi, casar com você foi uma das mais fortes. Eu sei o que é o amor de Jesus por mim, eu sei porque eu tenho você para representá-Lo de um jeito muito real. Teu amor por mim é de fato como o de Cristo por sua Igreja. Por isso, o meu coração transborda de amor hoje mais do que no dia 16 de dezembro de 2004 e sim, existem amores perfeitos quando eles descansam no Deus perfeito!
Nosso amor é eterno, como é eterno aquele que nos uniu. 15 anos são poucos diante da eternidade que esperamos viver.
Eu te amo por toda a eternidade!
Feliz 15 anos de um vida eterna!
Da tua feliz esposa,
Adna
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*1ª e 3ª foto de Sérgio Maranhão
**Texto inspirado no sermão O Altar do Casamento, de J R Miller
Ontem, após um delicioso almoço em família, minha caçula desejou comprar um picolé com o dinheiro que ganhara de presente no seu aniversário. Ela sabe que normalmente não compramos picolés em restaurantes porque os preços são sempre superfaturados. Mas ela estava com dinheiro e desejo, e pouco importava o que aconteceria a seus irmãos que estavam bem ali ao seu lado.
Agora, imaginem a cena: ela compra seu delicioso picolé, abre-o lentamente lambendo os beiços, e depois morde cada pedaço lambuzando-se toda. Seus irmãos, vendo aquela cena, morreriam de desejo. Esse desejo poderia até mesmo fazê-los duvidar da bondade dos seus pais que acabaram de dar-lhes bom alimento para saciar a fome.
Chamei minha filha e disse: "você não vai comprar, filha. Não é porque temos dinheiro para comprar as coisas que gastaremos com o que desejarmos. Precisamos olhar em volta e sentir a necessidade do outro. Se minha escolha acentua a limitação do meu irmão ou se de alguma forma o privo do meu bem, então é mais sábio não adquirir. Não podemos fazer nossos irmãos tropeçarem no mandamento que diz: 'não cobiçarás'".
Eu também aprendi a lição. A mesma situação acontece entre os irmãos em Cristo. As boas condições financeiras que Deus dá a alguns não são para serem esbanjadas. O picolé era caro demais. Há picolés por toda a parte capazes de satisfazer o desejo sem que acentuem as diferenças entre quem pode e quem não pode. Da mesma forma, podemos viver bem, nos vestir bem, ter o que é necessário sem que venhamos a provocar a inveja ou cobiça do nosso irmão.
Não precisa ser Louis Vuitton nem Prada, basta que seja bonita e útil. A marca, neste caso, não interfere na utilidade final do produto; é o preço que atrai os corações avarentos. Estas e coisas semelhantes a essas não deveriam tomar parte importante do nosso precioso salário. A regra vale para toda aquisição ou hábito que acentue muito mais do que atenue as diferenças.
A mensagem do Evangelho de Cristo é a da identificação. Jesus se identificou com nossas dores e humilhação. Não foi o esplendor de glória, o ouro, as vestes caras, os jantares e as festas dispendiosas que marcaram as escolhas de Jesus aqui na terra. Sua vida foi feita de dor e de limitações como somos nós. Ele tornou-se igual, acabando com as diferenças. Na Igreja, devemos ter esse mesmo sentimento que houve em Cristo, identificando-nos com nossos irmãos, diminuindo as diferenças.
Me preocupa ver como ignoramos esta verdade da identificação com o corpo de Cristo. Tiago falou sobre o privilégio dado aos ricos em detrimento dos pobres na igreja, Paulo mandou que os nossos costumes fossem sem ostentação, Jesus - ah, Jesus! - disse que a vida do homem não consiste na abundância dos bens que possui. O povo que caminha para o céu é, por natureza, humilde, pois "não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados. Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes" (1 Coríntios 1:26,27).
Como está a nossa identificação com este povo que é também nosso? Caminhamos de mãos dadas ou o salto é alto demais que nos impede de olhar olho no olho, caminhar lado a lado?
Indústrias de lazer, moda, bens e eventos (casamentos e festas de 15 anos especialmente) estão aí à solta para que façamos nossas escolhas. Lembremo-nos: "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas; mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas" (1 Co 6:12). Há coisas que não são proibidas, mas nem por isso deixam de ser pedra de tropeço para mim ou para outros. Há atitudes ou escolhas que não se encaixam necessariamente na categoria de pecado, mas ocupam a categoria do que não convém. E para o crente o "não convém" carrega um peso na hora da escolha. Precisamos ter cuidado para que aquilo "que é bom para nós não se torne motivo de maledicência", como disse Paulo. Ele também disse que devemos nos esforçar para promover tudo quanto conduz à paz e ao aperfeiçoamento mútuo. Há coisas que se tornam um mal se alguém vir nisso um motivo de escândalo. "É melhor não fazer qualquer outra coisa que leve o irmão a tropeçar" (Rm 14:5-19). Isso é identificação! É andar em simplicidade, em modéstia.
Em tempos de exposição exarcebada e facilidades de consumo, a verdade da identificação com o corpo de Cristo reveste-se de maior importância. Carros luxuosos, joias e roupas caríssimas, eventos nos quais grande soma de dinheiro é enterrada numa noite causando espanto até aos anjos, não deveriam encher nossos olhos. As pessoas do mundo buscam todas essas coisas, mas nós buscamos o que é do alto.
Está na hora de pararmos para refletir sobre nossos hábitos de consumo, pois Deus se importa com isso também. Tanto é que Ele deixou as riquezas do céu para fazer-se como um de nós e, estando aqui, nos ensinou muito sobre as riquezas.
Picolé é bom quando não me dá excessivo destaque. Picolé é gostoso quando não faz o meu irmão pecar. Picolé é mais gostoso quando é compartilhado. Quando você se lambuza demais com algo que o Pai deu somente a você, seu irmão pode ser induzido a duvidar da bondade de Deus. E isso é sério. Isso escandaliza. Isso pode tirar do céu.
Portanto, pense antes de comprar o seu picolé.
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Adna S Barbosa
In
casamento,
devoção
Devo continuar me preparando para o casamento, ou é hora de começar a me preparar para uma vida de solteira?
Anna Sofia & Elizabeth Botkin
“Eu pensava que o casamento estava perto. Eu desisti da abordagem mundana da feminilidade em troca de uma bela imagem bíblica que incluía marido, filhos, um lar para ser uma dona de casa. E algo deu errado. Eu desisti da imagem do mundo em troca de nada. Eu não tenho nada disso para mostrar ao mundo. Eu passei 8 anos sendo consumida por este padrão. Eu não estudei, me privei do treinamento, do trabalho, não queria que nada estivesse no caminho do meu casamento. Agora estou me perguntando se o casamento vai mesmo chegar. Devo continuar esperando e me preparando, ou devo voltar ao meu plano anterior?"
Esta não é apenas uma pergunta de uma menina - este é o grito do coração de muitas jovens mulheres hoje. Suponha que nós juramos abrir mão do ensino superior e trabalhamos para nos dedicarmos em tempo integral à espera do Príncipe Encantado; ou, escolhemos uma faculdade pensando em qual delas era mais provável conseguir o grau em "Senhora". Estávamos tão distraídas com os rapazes que não conseguíamos nos concentrar em uma única coisa produtiva durante toda a nossa adolescência até aos vinte anos; ou talvez simplesmente deixamos a possibilidade do casamento chegar a qualquer momento e usamos toda nossa "CPU" mental e nos ocupamos em avançar em qualquer outra coisa. A maioria de nós eventualmente percebe que isso não está relacionado a uma vida cristã produtiva e prática, e que é tempo para escolher entre uma vida ou outra.
Se é assim que estamos vivendo a temporada da vida de solteira, sim, então algo precisa mudar - mas essa mudança talvez não inclua qualquer dessas duas opções: “continue esperando e se preparando, ou… volte ao plano [mundano] anterior”. A razão pela qual ambas as opções possam parecer erradas é porque em ambas estão faltando elementos críticos do plano de Deus para as mulheres. E, não, o elemento crítico não é casamento.
Este não é o artigo para abordar questões como "Que tipo de treinamento vocacional eu devo obter e onde ou como devo obtê-lo?" O que gostaríamos de oferecer, em vez disso, são quatro sugestões para nos ajudar a abordar toda a questão com novos olhos.
1. Abrace uma teologia maior de feminilidade, casamento e solteirismo.
O problema de muitas de nós começa com a teologia. Se:
a) nossa idéia de feminilidade bíblica envolve principalmente casamento
b) nosso “belo quadro bíblico” do casamento é primariamente de “marido, filhos e um lar para ser dona de casa”
c) acreditamos que “educação, treinamento e trabalho” pertencem à “abordagem mundana da feminilidade” (e atrapalharia o casamento)
… Então a primeira coisa que precisamos mudar é a nossa ideia sobre “feminilidade bíblica”. O problema (e que é abundante em todo o movimento bíblico feminino) é que fatiamos o caráter da mulher cristã e trabalhamos com peças separadas: trabalho economicamente produtivo separado do trabalho doméstico, iniciativa e força separados da submissão. Foca-se no serviço no lar à parte do mundo externo.
A verdadeira “bela figura bíblica” da feminilidade que vemos nas Escrituras envolve todas as peças - família, lar, trabalho, educação, comunidade, ministério, força, gentileza - sendo reunidas em um todo coeso, e passando por várias temporadas - solteirismo, casamento, maternidade, maturidade, viuvez, velhice. Nas Escrituras, vemos mulheres casadas envolvidas em negócios, ministérios e plantação de igrejas (Provérbios 31, Priscilla), as mulheres solteiras mostram hospitalidade, a prática de ministério baseado na família (Maria e Marta, Miriam, Rebeca), viúvas idosas cuidando de crianças e hospedando profetas em suas casas (Noemi, viúva de Sarepta), e mulheres de todas as idades ajudando a plantar e a promover a igreja primitiva, incentivando e apoiando os santos, e amando e nutrindo os pobres e necessitados.
A linda vida matrimonial de Priscila sem dúvida envolvia manter um belo lar para Áquila, fazendo-lhe saborosos almoços e mantendo sua roupa bem passada, mas, esplendidamente, as únicas imagens que a Bíblia nos deixou de suas atividades femininas são as do trabalho que exercia juntamente com seu marido, fazendo tendas, plantando igrejas e discipulando jovens recém convertidos. Estamos nos preparando para esse tipo de casamento? A mulher de Provérbios 31 , além de ser uma esposa dedicada, mãe e diva DIY, também estava envolvida em transações comerciais, agricultura e esforços de caridade para outros de fora da sua casa. Estamos nos preparando para esse tipo de casamento? E a descrição de Paulo do que se deve esperar das mulheres casadas vai muito além de muitas tendências da suposta “feminilidade bíblica” quando ele disse em 1 Timóteo 5: 9,10 o que fez uma viúva idosa para merecer o apoio da igreja. Ele não disse: “Se ela era uma boa esposa e mãe de muitos filhos”, mas disse: '...viúva com menos de sessenta anos, e a que tenha sido mulher de um só marido; tendo testemunho de boas obras, se criou os filhos, se exercitou hospitalidade, se lavou os pés aos santos, se socorreu os aflitos, se praticou toda boa obra". Estamos nos preparando para esse tipo de casamento?
Mais importante, estamos nos preparando para viver esse tipo de vida agora ?
Não podemos pensar num belo quadro da feminilidade da mulher casada em nossos corações que nos isentaria de fazer muitas coisas que Deus exige que façamos. A imagem bíblica do casamento é bela, mas a maneira como o casamento deve mudar nossas vidas é dando-nos uma interpretação diferente para vivermos o propósito que já temos - marido, filhos e lar se tornam parte integrante de como nos “engajamos em boas obras para atender necessidades urgentes “fazendo discípulos de todas as nações” e contribuindo para “o crescimento do corpo, para sua edificação em amor" (Efésios 4:16). Esta meta de vida não muda com o casamento, pois já era nosso chamado antes do casamento.
O que vemos nas Escrituras é que as mulheres casadas, solteiras e viúvas são feitas para as mesmas atividades essenciais: relacionamentos, discipulado e serviço, unindo-se a outros para espalhar o Evangelho, doando-se nas casas em que estavam, ajudando homens (pais, maridos, irmãos, profetas, discípulos, amigos) em papéis de apoio, nutrindo filhos biológicos e espirituais, atendendo às necessidades físicas, espirituais e emocionais. Você sabe o quanto isso custa na preparação da vida? Significa que o mesmo treinamento que uma mulher deve ter para ser uma esposa e mãe incrível também deve ser a mesma preparação para tornar-se um mulher solteira incrível, uma viúva incrível e um incrível mulher num ninho vazio.
Sim, diferentes momentos da vida terão diferentes focos - uma mãe de vários filhos pequenos provavelmente não estará tão envolvida em negócios no lar, por exemplo, como uma mulher solteira, uma mãe com filhos mais velhos ou uma mãe sem filhos em casa. O ponto, no entanto, é: se estamos nos preparando para uma vida de amor somente para nossos próprios filhos biológicos, maridos e cuidados somente com nossas próprias casas, então, na verdade, não estaremos bem preparadas para mais nada. Mas se fortalecermos nossos braços para todos os aspectos da feminilidade - acumulando tanto a gentileza quanto a ousadia, o amor ao lar e o amor aos outros fora de casa, a submissão e a iniciativa, a proficiência doméstica e a capacidade de fazer contribuições para outros afazeres, como negócios, cultura, política e igreja, vivendo para todos ao redor de nós - nós estaremos então preparadas para o completo serviço cristão, todos os dias e em cada momento da vida.
2. Não deixe que nada (incluindo sua esperança de casamento) a impeça de se desenvolver totalmente em Cristo.
Sejamos honestas: como poderíamos deixar que a expectativa do casamento nos impedisse de seguir adiante em direção a uma vida cristã plena, transbordante e com os olhos fixos no objetivo?
Moças nos disseram que estão com medo de começarem o estudo teológico e de se tornarem realmente firmes... se abrirem um negócio… se elas se tornarem realmente focadas no ministério… se elas se tornarem o tipo de moça que é séria demais e madura para estar num grupo de jovens... se elas se tornarem mais maduras do que os rapazes ao seu redor ... se elas investirem demais em suas vidas ... se elas escreverem aquele artigo sobre ser produtiva enquanto solteira ... isso não será negativo? Não diminuirá suas chances de se casar?
Pode parecer uma boa estratégia não investir em nós mesmas tornando-nos demasiadamente sérias, ou muito maduras, ou bem treinadas nas Escrituras ou muito produtivas, mas também quer dizer que tornar-se uma candidata ideal para o casamento é mais importante para nós do que amadurecer e chegar à "plena medida da estatura de Cristo” ( Efésios 4:13 ), ou estar “equipada para toda boa obra” ( 2Tm 3:17 ). Significa que ser digna de um marido é mais importante para nós do que ser “dignas do Senhor, totalmente agradáveis a Ele, dando fruto em toda boa obra e crescendo no conhecimento de Deus” ( Cl 1:10 ).
Não é que os homens santos estão cegos para as mulheres preparadas, mas o ponto real é o seguinte: Deus não nos chama para nos prepararmos primariamente para o casamento. Ele nos chama para nos prepararmos principalmente para o serviço de construção do Seu Reino. Ele quer que nossas vidas e momentos sejam gastos nas coisas que durarão antes e depois do casamento e por todo o nosso tempo na vivido na terra - o impacto que teremos nas almas de todas as pessoas com as quais nos relacionaremos e nosso relacionamento com Ele mesmo. Esse é o investimento que realmente importa, porque essas são as coisas que levaremos conosco - e são investimentos que podemos fazer todos os dias de nossas vidas.
3. Almeje as coisas certas.
A solteira cuida das coisas do Senhor para ser santa, tanto no corpo como no espírito; porém, a casada cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido. E digo isto para proveito vosso; não para vos enlaçar, mas para o que é decente e conveniente, para vos unirdes ao Senhor sem distração alguma" (1 Coríntios 7:34, 35). Observe que não diz: “A mulher solteira, apenas porque é solteira, deve ser completamente consumida pelas coisas mundanas, como encontrar seu marido, como agradar a todos os possíveis futuros maridos, que o fato de ser ainda solteira e que todas as suas amigas estão casadas, exceto ela, se ela não é bonita o suficiente, se os rapazes não a estão percebendo e o fato de que ela está ficando mais velha”. No entanto, a grande tentação para a maioria das mulheres solteiras é deixar que o desejo de casar-se traga uma grande e debilitante ansiedade sobre quase tudo, e tire o desejo de ser santa e de trabalhar para o Senhor. Em vez de o Senhor ter nossa total devoção, o casamento e o desejo de ter um marido passam a ocupar TODO NOSSO PENSAMENTO! Não é errado desejar, orar, preparar-se e pensar no casamento, mas é errado deixar que tudo isso elimine as coisas ainda mais importantes pelas quais deveríamos estar desejando, orando, nos preparando, pensando, e acima de tudo, fazendo .
É ótimo que desejemos dar frutos criando filhos na disciplina e admoestação do Senhor. Mas estamos nos entregando intensamente para o crescimento espiritual das pessoas jovens, fracas e necessitadas que estão ao nosso redor agora? É maravilhoso desejar ter um relacionamento espiritualmente próximo com alguém fiel para construírem juntos, crescerem e ser dedicados um ao outro. Mas nós estamos desejando ter esse relacionamento hoje com todos os outros crentes com os quais o Senhor nos juntou através da Igreja? É ótimo querer um lar e uma família para servir ao Senhor juntos. Mas estamos nos esforçando para criar esse tipo de atmosfera em nossos lares ou ambientes nos quais estamos agora? Se não, então precisamos considerar que não estamos vivendo para servir ao Senhor - estamos vivendo para o casamento.
4. Não espere.
Quando sentirmos que o sonho que nutrimos parece não estar se concretizando, quando não estamos nos movendo para a fase da vida na qual queremos estar , é hora de dar uma boa olhada no que o Senhor nos tem dado, e o que Ele quer de nós com isso em vez daquilo. O que Deus deseja dos seus anos de solteira que você ainda não fez por Ele? Quais são as necessidades da sua família, igreja local e comunidade, e como você poderia atendê-las? Quais são os dons e talentos espirituais que Ele lhe deu e como você poderia desenvolvê-los e usá-los? Quais são as oportunidades ao seu redor e como você está aproveitando cada uma delas?

Voltando à pergunta original: Então devo continuar me preparando para o casamento, ou é hora de começar a me preparar para uma vida de solteira?
Sim.
Para ser preciso, é hora de buscar uma disciplina, a capacitação, atender as necessidades, fazer discípulos, dar conselhos, obter lucros, dominar, buscar conhecimento, proclamar a verdade, evangelizar nações, servir a igreja, prestar assistência aos pobres e carentes, exercitar a hospitalidade, tomar iniciativas que podem incluir o serviço aos maridos e filhos, mas não se limita a isso.
Recebemos todas as ferramentas e a responsabilidade de viver a vida plena da mulher cristã agora mesmo. Então vamos começar a viver isso hoje!
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É ótimo que desejemos dar frutos criando filhos na disciplina e admoestação do Senhor. Mas estamos nos entregando intensamente para o crescimento espiritual das pessoas jovens, fracas e necessitadas que estão ao nosso redor agora? É maravilhoso desejar ter um relacionamento espiritualmente próximo com alguém fiel para construírem juntos, crescerem e ser dedicados um ao outro. Mas nós estamos desejando ter esse relacionamento hoje com todos os outros crentes com os quais o Senhor nos juntou através da Igreja? É ótimo querer um lar e uma família para servir ao Senhor juntos. Mas estamos nos esforçando para criar esse tipo de atmosfera em nossos lares ou ambientes nos quais estamos agora? Se não, então precisamos considerar que não estamos vivendo para servir ao Senhor - estamos vivendo para o casamento.
4. Não espere.
Quando sentirmos que o sonho que nutrimos parece não estar se concretizando, quando não estamos nos movendo para a fase da vida na qual queremos estar , é hora de dar uma boa olhada no que o Senhor nos tem dado, e o que Ele quer de nós com isso em vez daquilo. O que Deus deseja dos seus anos de solteira que você ainda não fez por Ele? Quais são as necessidades da sua família, igreja local e comunidade, e como você poderia atendê-las? Quais são os dons e talentos espirituais que Ele lhe deu e como você poderia desenvolvê-los e usá-los? Quais são as oportunidades ao seu redor e como você está aproveitando cada uma delas?

Voltando à pergunta original: Então devo continuar me preparando para o casamento, ou é hora de começar a me preparar para uma vida de solteira?
Sim.
Para ser preciso, é hora de buscar uma disciplina, a capacitação, atender as necessidades, fazer discípulos, dar conselhos, obter lucros, dominar, buscar conhecimento, proclamar a verdade, evangelizar nações, servir a igreja, prestar assistência aos pobres e carentes, exercitar a hospitalidade, tomar iniciativas que podem incluir o serviço aos maridos e filhos, mas não se limita a isso.
Recebemos todas as ferramentas e a responsabilidade de viver a vida plena da mulher cristã agora mesmo. Então vamos começar a viver isso hoje!
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Anna Sofia & Elizabeth Botkin
Eu tenho a impressão de que o nosso presidente está trazendo para o Brasil o problema de sua família, envolvendo todos nós no grande drama que é a formação de seus filhos. Parece que estamos acompanhando de perto as confusões de filhos adultos que foram ou abandonados num período crucial do desenvolvimento ou que não tiveram os limites necessários quando eram mais jovens.
Os filhos do presidente são homens impulsivos, raivosos, loucos por poder. São vaidosos e egoístas. Em quatro meses, já mancharam excessivamente a reputação do pai e este nada faz. A passividade do estimado presidente incomoda. Como o chefe máximo da nação não se impõe dentro do próprio lar? Como pode nos governar se não consegue governar a sua própria casa?
Estamos diante de um quadro patético que nos ensina duras lições:
◆ Antes que seja tarde, filhos precisam de pais presentes. Pais que protejam, passem pelos momentos difíceis, sejam companheiros. E isso exige um alto custo pessoal.
◆ Filhos precisam de um herói, alguém que acredite neles e que arrisque tudo para salvá-los.
◆ Cuidar da reputação pessoal pública e de uma carreira de sucesso fora do lar pode ser uma armadilha para o homem. Há fases na vida nas quais é preciso menos ambição e mais altruísmo.
◆ Crianças precisam ser levadas a sério no casamento. Seus interesses devem ser respeitados quando o casamento parece ruir. Por elas, vale todo o esforço. Relacionamentos rompidos criam filhos desajustados.
Caso o pai não considere essas necessidades dos filhos, ainda que a boa sorte e as circunstâncias favoráveis pareçam ter superado os problemas passados, um dia a conta chega. E pode chegar num momento nada apropriado. Davi foi um rei que durante um tempo obteve sucesso, mas suas relações familiares eram um fracasso e isso influenciou os rumos da nação. Seu fracasso como pai levou todo o país à divisão e ao caos. "Uma alma ferida pode se tornar um vilão, fazendo vítimas inocentes" (Charles Swindoll).
Eu aprendo com isso que família é mais importante que tudo, que meu casamento exige compromisso além das minhas necessidades, que meus filhos importam e que todo o resto pode esperar.
Hoje, estamos num pandemônio de intriga, inveja e confusão - o que se revela na exaltação de um pai substituto, o desequilibrado Olavo, que em algum momento da vida desses filhos ocupou um espaço que era só do pai. Essa figura transviada agora tem a honra que o pai deveria hoje ter, dá as ordens com tanta liberdade que nos faz entender o tamanho da lacuna de autoridade que há na vida desses “garotos”, agora homens. Para Bolsonaro, são garotos. Sim, ele parou no tempo em que tinha os garotos por perto, como pai. Mas eles cresceram e a decepção foi com eles. Ela tem o poder de dominar corações de filhos abandonados, levando-os a uma vida inteira de decisões ruins.
Oremos pela família do nosso presidente e aprendamos a lição: conservadorismo sem exemplo é como flores artificiais: parece bom e durável, mas não perfuma nem traz vida.

Vez por outra eu recebo mensagens de mulheres e moças desapontadas com sua vida sentimental. Elas dizem: “Eu defendo a feminilidade, a família e quero casar, mas parece que os rapazes têm medo de mim, aproximam-se com certo receio. Parece que não me veem como uma mulher com quem possam relacionar-se intimamente”. A maioria dessas moças têm sincero desejo de construírem seus lares e dedicarem-se ao marido e filhos. Mas percebi um padrão que dificulta as relações amorosas das moças de hoje.
Elas desejam amor e intimidade ao mesmo tempo em que cultivam um caráter forte, determinado e independente. Elas estudam (e são as melhores!), galgam patamares cada vez mais altos na carreira, resolvem seus problemas, são desenroladas. Esqueçam aquela figura da mocinha tímida, disposta muito mais a servir e ouvir. Elas querem mesmo é exibir seus dotes e ficam felizes quando percebem que não há limites para seu sucesso. E é exatamente nesse ponto que elas se perdem.
Vou fazer 15 anos que estou casada. Aprendi com erros e acertos. Aprendi também - e muito! - com os conselhos de mulheres mais velhas. Mas principalmente aprendi ouvindo meu marido e ao ouví-lo procurei ver se seus desejos eram próprios da sua masculinidade. Comparei sua atitude com as atitudes do meu pai, do meu sogro, dos homens que estão bem próximos de mim e, sim, eu encontrei um padrão que norteia os relacionamentos bem-sucedidos entre homens e mulheres. Também aprendi com os padrões doentios, aqueles que olhamos e dizemos interiormente: “isso é o que eu não devo fazer”.
Vamos então às dicas.
Não há problema algum com o fato da mulher ser inteligente e decidida. O problema está quando essas qualidades enfraquecem o respeito e o amor que deve ao marido. Para a mulher ser atraente, ela precisa assumir uma postura diferente da dos homens, uma postura exclusivamente feminina. Homens não têm doçura quando andam, não falam com voz suave. Eles têm modos mais pesados, pode-se ver pela sua constituição física. Eles não têm quadris arredondados nem peles lisinhas. Eles são feitos para aguentar o peso, o calor, o frio. Se você quer ser uma moça atraente seja diferente disso, tenha modos femininos. A boa notícia é que não precisamos ser bonitas para sermos femininas. Para nossa alegria, homem não se preocupa com as definições dos músculos, nem no quanto ela pode ser esculpida; ele apenas quer olhar para ela e, tal como Adão, dizer: “Uau! Essa é uma mulher feita para me completar”.

O jeito como você anda, fala, mexe com as mãos e o cabelo fala muito sobre a mulher que é. Nós, mulheres e netas da geração feminista, aprendemos a impostar a voz, levantar o nariz, mostrar como temos na ponta da língua as respostas quando somos desafiadas. Isso atrapalha tudo! A nossa forma de falar deve expressar ternura, paciência, perdão, amor - características próprias da maternidade.
Mulheres foram feitas para gerar e nutrir, nossos corpos recriam e alimentam seres humanos! Essa é a diferença fundamental entre nós e os homens. O corpo da menina e da mocinha está se tornando aquilo para o qual foi feitos: amadurecendo para abrigar a vida. Do outro lado, os meninos e rapazes estão adquirindo músculos, engrossando a voz, tornando-se viris. Eles estão naturalmente se preparando para proteger e prover as necessidades da mãe que nutre e do bebê indefeso. Isso diz tudo a respeito do modo como temos que ser. É a natureza das coisas, não dá pra fugir dela. Mais ainda, não lute contra ela.
Nunca seja vulgar ou crítica. Pondere suas observações e procure falar sua opinião sem se impor. Cultive esse espírito doce, procure ajudar o homem, aliviando os fardos pesados. Evite o espírito impetuoso, que quer resolver tudo sozinha. Peça sempre ajuda, jamais queira parecer que é igual a ele em força. Mostre dependência e desejo de aliviar suas dores.
(Continua...)
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Adna S Barbosa
Há bem pouco tempo, o lar era visto como lugar de refúgio, lugar de consolo, segurança e de trabalho lucrativo para a mulher. Hoje, a ONU descobriu que não é bem assim. O lar, na verdade, é o “lugar mais perigoso para uma mulher” porque é lá onde a violência contra ela é mais praticada. O mesmo relatório pede que “mais ações para combater a violência de gênero sejam realizadas, incluindo maior coordenação entre a polícia, médicos e serviços sociais, assim como esforços para garantir que serviços de apoio especializado estejam disponíveis para mulheres em situações de risco. Homens também devem ser envolvidos em programas para combater normas de gênero nocivas desde a educação primária” (clique aqui para ler a notícia).
Só que não é bem assim. Na verdade, elas não são mais agredidas do que os homens, pois eles são ainda os que lideram a vasta maioria das vítimas de homicídio, segundo disse o diretor-executivo desta mesma organização, Yury Fedotov. Se há mais homens vítimas de homicídio, por que as mulheres permanecem no foco como vítimas dos homens? É claro que a ênfase na mulher é apenas para atender as questões de gênero, a agenda feminista e anti-família.
Vítimas masculinas desaparecem da questão, e olhe que o relatório supostamente vem para defender a “igualdade de gênero”. A grande questão é que um relatório centrado nas mulheres terá a integridade dos seus dados comprometida desde a origem, pois desconsidera a experiências de homens nas mesmas situações observadas pelas mulheres. Uma coleta de dados inclinada à desigualdade jamais poderá ser usada para avaliar questões de igualdade entre gêneros, estereótipos negativos, violência doméstica ou qualquer outro parâmetro usado para comparar homens e mulheres.
O relatório esqueceu de incluir nas variáveis dos seus dados questões como emancipação feminina, liberação sexual e empoderamento das mulheres. Todos esses pontos são exaustivamente martelados, dia após dia, na grande mídia, criando nas mulheres um senso de independência absoluta, sendo que tudo isso produz um efeito adverso para o dado da violência: estimula a igualdade de poder como natural a ambos os sexos, tornando, por assim dizer, homens e mulheres igualmente capazes de produzir violência. O empoderamento feminino é sobre proporcionar à mulher condições de igualdade (superioridade?) com os homens nas questões de dominação. Logo, as mulheres devem também ser analisadas nas questões de violência, nos lugares em que elas dominam. É sabido que elas podem usar de diversos meios para intimidar, provocar e oprimir outros.
Os abusos físicos são normalmente mais utilizados pelos homens porque eles são fisicamente mais fortes. No entanto, há outros tipos de abusos tão ou mais nocivos, como o abuso psicológico que pode, inclusive, ser a fagulha para abusos físicos. É dele que a mulher mais usa no ambiente do lar, principalmente jogando filhos contra seus pais. E abusos psicológicos deixam marcas muito mais profundas do que as agressões físicas. Esse argumento é usado pelas próprias feministas quando lhes é conveniente, como no caso do movimento #MeToo, encabeçado por artistas de Hollywood.
Esse relatório nada mais é do que uma investida contra a mulher, uma mentira para fazê-la cair no perigo que é o mundo sem conexões de apego e afeto. É cilada que a coloca contra o homem, aquele que é o único que pode formar com ela uma parceria produtiva, trazendo-lhe segurança e provisão. É o engano da serpente na forma de “pesquisa de campo”, analisada por um único ponto de vista.
Pintar o lar como ambiente de violência é uma forma mascarada de entregar o controle da vida aos dominadores do mundo, porque para onde quer que corra, não se poderá escapar dos que dominam e dos que são dominados. A ONU sabe que o enfraquecimento das famílias e das hierarquias sociais são o caminho para a dominação do mundo. Portanto, destruí-las é a meta de todo seu trabalho.
Seus intentos não terão sucesso se a família não for minada nas suas bases. A ONU está à serviço do Reich que virá e que já mostra suas forças neste mundo. A família, segundo sua visão de dominação totalitária, é o terreno estrutural fértil e ideológico de todas as ordens sociais com base no princípio autoritário. Esse poder não mais discute questões de religião ou coisas do tipo - simplesmente elimina as repressões sexuais e dissolve os laços sagrados da família, laços de amor que prendem a mulher ao seu marido e as crianças a seus pais. A família carrega o poder que impede seu domínio total no mundo.
Não há polícias nem placas de censura, mas em cada canto há um modo de vida imposto, um padrão único de conduta, um discurso pronto a ser seguido. Não há nenhuma proibição contra a formação de famílias, contra o casamento ou a geração de filhos, mas em nome da luta contra a violência da mulher, essas práticas estão sendo insidiosamente reduzidas, e as condições sociais para sua execução estão sendo destruídas.
A realidade da fuga do lar, no entanto, é vista nos inúmeros filhos desobedientes, ingratos, detratores, que não temem desonrar as autoridades; é vista no desregramento sexual e nas inúmeras doenças venéreas que dizimam milhares de jovens. A fuga do lar é, por fim, a destruição total daquilo que deveria ser o nascedouro da vida, a base das nações, a glória da humanidade.
O que está em jogo não é a segurança da mulher, mas a perda de sua liberdade para ser esposa, mãe e dona de casa feliz, livre das imposições de grandes empresas e de sistemas de pensamento opressores. O que está em jogo não é a sua integridade física, mas a perda de sua sanidade mental quando chegar o momento em que já não faça mais sentido a existência, posto que nunca experimentou o que é dar e receber num sentido íntimo e pessoal, que não sabe o que é estabelecer relações duradouras num mesmo local, com as mesmas pessoas, crescendo através dos consensos e conflitos, ganhos e perdas.
Ter uma família e ficar em casa é, para a mulher, um sonho cada vez mais tolhido, uma realidade que se distancia e que lhe aproxima de um futuro sombrio: um mundo de competição e guerra, como é o mercado de trabalho, aquele que tomou o lugar do seu desejado lar.
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Adna S Barbosa
Meu pai teve sete mulheres: uma esposa e seis filhas.
Foi ele que me fez ver, desde muita pequena, que homens existem para cuidar e amar as mulheres.
Meu pai me mostrou como é bela as distinções entre homens e mulheres nos seus diferentes papéis dentro do lar: homem líder e mulher ajudadora idônea. Isso eliminou muitos conflitos de interesses. Meu pai trazia o sustento, enquanto minha mãe administrava sabiamente sua renda. Nesse modelo, a unidade e a cooperação eliminam o egoísmo e o conflito próprios de crenças e práticas que tentam destruir a beleza do que é masculino e feminino e da importância de cada um no casamento e educação dos filhos.
Com meu pai em casa eu aprendi que o sexo é lindo e extremamente saudável dentro dos limites do casamento. Foi a fidelidade dele à minha mãe que nos livrou das disfunções familiares e nos poupou dos traumas relacionados à paternidade/maternidade solitária tais como: doenças sexualmente transmissíveis, nascimentos ilegítimos, abortos, infanticídios e comportamentos violentos associados aos vícios.
Mas tudo isso começou quando ele mesmo teve de lidar com seu sogro e meu avô (no caso da minha mãe, ela é a filha única no meio de 5 irmãos homens!). Saber que o fato de ter tomado para si uma moça da casa de seus pais com certeza o tornou mais disposto a aceitar a responsabilidade do casamento e da paternidade. Ter pai presente, portanto, é um fator de segurança para a moça. Foi para minha mãe, foi pra mim e será uma segurança para a moça criada num lar cujo líder se assenta com toda a honra no lugar da liderança comprometida e benevolente. Tirar uma moça da sombra do seu pai exige planejamento e disciplina. Meninas que têm um pai dentro de casa criam barreiras para homens irresponsáveis, que querem apenas curtir.
Do outro lado, um rapaz criado por mulheres ou por uma figura paterna frágil terá prejudicada aquela identidade masculina que busca o bem da mulher ao entregar-se por ela e por seus filhos nos limites do compromisso duradouro do casamento. Homens acostumados a ter apenas mulheres no seu entorno crescem com o senso de identidade masculina prejudicado e tenderá a reproduzir aquele modelo no seu futuro lar. Assim como meu pai logrou sucesso ao encontrar uma moça com figura masculina forte dentro do lar, o homem que cerca-se de mulheres autônomas tanto por fatos alheios à sua vontade ou por escolha, muitas vezes perde de vista sua importância para suas esposas e filhos porque foi despojado de sua autoridade como líder e roubado do sentido de valor e propósito que derivam de seu papel tradicional e natural. Tais homens podem então buscar o seu senso de auto-estima e valor fora da família em suas carreiras ou talvez até mesmo em relações extraconjugais.
Disso segue-se o padrão doentio: meninas desprovidas de um padrão moral elevado masculino buscarão refúgio em lugares incertos, meninos sem modelo de autoridade repetem o ciclo do despropósito da vida, envolvendo-se com jogos, mulheres, vidas sexuais depravadas, sem falar na tendência à dependência financeira e emotiva de outros, ou seja, a completa negação de sua natureza.
Não, eu não quero criar mais problemas para a criança vítima da irresponsabilidade dos pais. Esses adultos egoístas um dia terão que prestar contas das suas escolhas vis. A lição que fica então é que não precisamos repetir esse ciclo de desajuste. Nada mais prudente para uma vítima da irresponsabilidade dos pais a escolha pela quebra desse modelo de vida. Há regras claras para o bom modo de viver e exceções apenas confirmam que elas são verdade. Além do mais, temos um Deus que oferece de graça vida nova e transbordante.
Não repita o ciclo do egoísmo e da solidão. Fomos feitos para vivermos em harmonia com nossa outra metade e isso importa. Se não importasse esse não seria o principal modelo escolhido para retratar o amor de Deus com a nação de Israel e, posteriormente, com a igreja. Casamento não é sobre igualdade de papéis, é sobre complementariedade. Nem homem nem mulher são capazes de executar o que é exclusivo da natureza oposta. E essa impossibilidade gera uma necessidade de união sem a qual seria impossível a vida na terra.
Crianças são pessoas de valor para Deus e precisam crescer num lugar onde todas essas nuances sejam percebidas e apreendidas. Toda criança precisa de um amor completo, de uma família tradicional para chamar de sua.
Hoje eu quero falar de submissão e penalidade, autonomia e culpa. Mas não vou falar da perspectiva usual, daquela que estamos acostumados a ouvir. A tendência geral, quando falamos desse assunto, é observar apenas o papel da mulher, sua independência ou obediência servil, sua liberdade ou escravidão. Olhamos para ela com pena, desdém ou até mesmo com repugnância total. Não queremos ser essa mulher fraca, inferior em sua capacidade de escolher.
Mas sabe de uma coisa? Esse assunto não é tanto uma questão da mulher como é uma questão primariamente do homem. É o homem que está na mira quando o assunto é submissão e liderança.
Quando a mulher usurpa a autoridade do homem, decidindo sobre aquilo que não é de sua competência, temos a tendência de achar que ela é a única responsável. Mas não. Segundo Deus, a suprema autoridade, o erro começa na inércia e não na atitude, no silêncio, e não no esbravejar das palavras. Na rebeldia da mulher, é o homem chamado a prestar contas. Homem passivo é homem culpado.
Portanto, não coloquemos a insubmissão de Eva como a mãe de todos os pecados. Foi a passividade de Adão que propiciou a rebeldia de Eva.
E aqui vai uma palavra aos homens, palavras de uma mulher que luta com seu desejo de ser insubmissa, autônoma, rebelde:
Não permita que o engano prossiga, não tenha medo de choro, manipulações, não ceda às palavras sedutoras de uma mulher. Você é o responsável final pela queda ou soerguimento, pela vida ou pela morte. Deus lhe dotou com uma capacidade incrível para a liderança. E é lindo vê-lo liderar com amor.
Não precisamos repetir a confusão causada no Jardim do Éden para sempre. Jesus veio para colocar os "pingos nos is". Ele é o exemplo de líder que você precisa imitar. Ele não mata, mas também não alivia; não é estúpido nas suas palavras, mas também não é frouxo. Ele não é irredutível, mas também não é manipulável.
Quando a mulher se deixa vencer pelos apelos do pecado tornando-se autônoma e independente, na verdade, este pecado é apenas um convite para que você peque, é uma tentação à sua liderança. A responsabilidade primária é sua. Você decide.Você lidera. Ah, e quanto conforto e segurança há nisso! Toda mulher que realmente tem o privilégio de estar sob a autoridade de um homem responsável desfruta de uma paz perene, pode compartilhar do espírito tranquilo que havia na submissa Sara.
Exercer a liderança pode ser atrativo num primeiro momento para a mulher, mas ela precisa de você, homem, para não continuar no caminho do pecado. Ela só pecará se você ceder em sua liderança. Se você a ama, será amorosamente firme com ela. Quando você abandona a sua liderança, você afronta deliberadamente a Deus, que lhe fez o cabeça.
Desde o silêncio de Adão, lutamos com esse desejo de querer competir com aquele que, por direito, é o nosso líder. Esse desejo de se impor é o próprio pecado de Eva, a semente de todo o mal neste mundo. Você, homem, precisa agir como líder, sem ceder à pressão pecaminosa da mulher. Ser submissa é uma questão de honra para nós diante dessa confusão que a insubmissão trouxe ao mundo.
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A liderança masculina é o ideal divino nos relacionamentos. Não deveríamos buscar liberação da dominação masculina nem mesmo viver em pé de guerra com o homem. O que devemos fazer é aceitar a liderança amorosa masculina, oferecendo nossa ajuda eficaz. Quando fazemos assim, evidenciamos a redenção da criação, mostramos a ordem estabelecida por Deus em Cristo. A liderança de Cristo sobre nós foi a nossa salvação. A liderança masculina sobre a mulher é o começo da evidência dessa salvação.
Nosso valor como homens e mulheres não está no papel que ocupamos no mundo. A posição não dita nossa importância. Tanto o feminismo como a dominação impiedosa masculina repousam sobre essa mentira. Tanto uma como a outra estão destruindo relacionamentos, famílias, culturas. Nosso valor está em sermos aquilo que Deus quer que sejamos. Na submissão feminina, esconde-se a autoridade amorosa masculina. Na liderança do homem, a segurança e consolo da mulher.
Muitas vezes um casamento vai bem, mas depois acaba por causa de um relacionamento inesperado com uma terceira pessoa. Começa de forma inocente e agradável, torna-se cada vez mais envolvente. Por fim, traz complicações e desgraças para muita gente.
Não foi um acidente ou "um grande amor que surgiu". Foi um relacionamento do qual o casamento deveria ter sido protegido. Muita gente boa já caiu exatamente por ser ingênua assim. Lembre-se de 1 Co 10.12: 'Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe que não caia. '
TENHA BOM SENSO COM SUAS COMPANHIAS
Evite gastar tempo desnecessário com alguém do sexo oposto. Muitos casos surgem por não se agir assim. Se é um executivo que precisa de aulas particulares de inglês não contrate uma jovem professora. Contrate um homem.
Não significa que cada contato com alguém do sexo oposto seja porta para o adultério. Significa evitar oportunidades para cair. Companhia contínua cria intimidade. Intimidade com o sexo oposto traz problema.
TOME CUIDADO COM COMO CONFIDÊNCIAS
A pessoa mais íntima de alguém deve ser seu cônjuge. Segundo a Bíblia, são "uma só carne", isto é, uma só pessoa. Se há aspectos de seu relacionamento que você não pode compartilhar com esposo(a) e compartilha com alguém do sexo oposto, a coisa está ruim. As pessoas tendem a se solidarizar com quem sofre e a proximidade emocional se torna perigosa. Um homem que se queixa de sua esposa para outra mulher está traçando um caminho perigoso. Isto vale para quem faz e para quem ouve confidências.
EVITE MOMENTOS A SÓS.
Decida não ter momentos privados com alguém do sexo oposto. Se um (a) colega de trabalho pedir para almoçar com você, convide uma terceira pessoa. Se necessário, não se constranja em compartilhar os limites que você e seu cônjuge concordaram ter no seu casamento. É melhor ser visto como rude que vir a cair em pecado.
VIGIE SEUS PENSAMENTOS

Cuidado com o que pensa. Se você só se detém nos defeitos de seu cônjuge, qualquer outro homem ou mulher parecerá melhor. Faça uma lista das coisas que inicialmente lhe atraíram em seu cônjuge.
Aumente o positivo e diminua o negativo. Evite filmes, conversas, sites e literatura que apologizam o adultério. Lembre de Colossenses 3.2. Valorize um ao outro.
EVITE COMPARAÇÕES

Um homem trabalha com uma mulher perfumada, maquiada, bem vestida. Em casa encontra a esposa, com criança no colo, cabelo desfeito, banho por tomar. Uma mulher encontra um homem compreensivo com quem pode se abrir, e se sente mais à vontade com ele do que com o esposo. Ignoraram situações e contextos diferentes. Foram iludidos pelo irreal. Lembre-se do filho pródigo: o mundo lhe era fascinante, mas terminou num chiqueiro.
As aparências iludem, porque o mundo em que vivemos em casa é o real. O mundo dos relacionamentos fora de casa é sempre artificial.
EVITE A SÍNDROME DO RETORNO.

É a idéia de que a vida sentimental e sexual caiu na rotina, e agora, a pessoa "renasceu". Já vi inúmeros casos assim: "Eu renasci", ou "Eu me senti jovem de novo". Não banque o adolescente.
Você é um adulto com responsabilidades e com uma pessoa com quem partilha a vida. Construa sua vida com seu cônjuge. Se sua vida conjugal se "fossilizou", há outros caminhos. Revigore-a com seu cônjuge. Há pessoas que sempre se fossilizam e pulam de relacionamento em relacionamento, procurando o que não produzem. Temos o que produzimos.
PONHA SEU CORAÇÃO NO SEU LAR.
A solidez do casamento vem pelo tempo que os cônjuges gastam juntos. Conversas, risos, passeios, programas comuns. Se você não sai com seu cônjuge, marque datas para os próximos meses. Vocês devem ter um ao outro como o melhor companheiro. Mantenham o clima de namoro: querer estar junto com a pessoa. Orem juntos. Dificilmente duas pessoas que oram juntas brigarão entre si. Sejam parceiros espirituais.
INVISTA EM SEU CÔNJUGE
O marido da mulher virtuosa é conhecido quando se levanta em público (Pv 31.23). A idéia é que ele está bem vestido e vê o caráter dela pela roupa dele. Uma boa esposa é um bom tesouro (Pv 18.22). Do bom tesouro cuida-se e evita-se perdê-lo. Marido: mulher bem tratada é um grande investimento; o retorno emocional é garantido. Mulher: marido bem tratado é um grande investimento; o retorno emocional é garantido. BUSQUE AJUDA
Havendo problemas, busque ajuda. Primeiro em DEUS. Lembre-se de Tiago 1.5. Busque orientação de pessoas mais experientes ou q realmente se importem com você. Evite que o problema se avolume. Evite conselhos de gente que não tem o que dizer. Os amigos de Roboão lhe deram maus conselhos (1Rs 12.6-12). Nesta busca de ajuda, evite por mais lenha na fogueira. Evite também raiz de amargura (Hb 12.15). Busque ajuda e não um juiz a seu favor. CONCLUSÃO.
Bons casamentos não acontecem por acaso. São produto de muito trabalho e da graça de DEUS. Boa parte do trabalho é investimento
emocional no relacionamento conjugal. Mas investir sem proteger é problemático. É preciso levantar cercas contra os problemas externos, porque os internos são mais vistos e os dois vivenciam. Não permita brechas. Não dê armas ao inimigo. Para os casados e os que irão se casar, o texto é grande, mas vale a pena ser lido e até distribuído na igreja, no trabalho, com os colegas e amigos, achei muito importante compartilhar com os amigos fica a reflexão para a semana.
Mais informações: pastormelquigomes@hotmail.com
Pr Melqui
A Inglaterra começou a colonizar o subcontinente indiano em 1757. Em 1850, os pensadores indianos começaram a perguntar o que fez uma pequena ilha como a Inglaterra tão poderosa. Escritores indianos como Ishwar Chandra Vidyasagar chegaram a uma conclusão surpreendente: um dos segredos do Ocidente era o aproveitamento da energia sexual. A própria casta da qual pertencia era poligâmica. Não havia problema se um velho, mesmo doente, se casasse com sua 10ª esposa, uma garota de 9 anos. Logo ela seria viúva e teria que se submeter à Sati, um antigo costume entre algumas comunidades hindus, que obrigava (no sentido honroso, moral, e prestigioso) a esposa viúva devota a se sacrificar viva na fogueira da pira funerária de seu marido morto.
A Sati foi proibida em 1829. Portanto, a única escolha para uma jovem viúva era ser uma escrava em sua própria casa ou escapar da escravidão para a prostituição. Essa horrível situação levou os reformadores indianos a acabar com a prática hindu da poligamia. Um hindu deveria ter apenas uma esposa. Sua viúva deve ser livre para se casar novamente.
O casamento deve aproveitar a energia sexual para construir uma família estável, mulheres fortes, crianças e homens. Muitos anos atrás, fui convidado para a Jamaica para ensinar sobre "Desenvolvimento Comunitário". Lá, em uma igreja, aprendi que 85% das crianças nasceram de mulheres que nunca se casaram com os pais. Conseqüentemente, seus filhos não tinham avós, tios, tias ou primos - pelo menos não do lado do pai. A igreja era sua única "família".
A revolução sexual dos Estados Unidos estava apenas saindo do solo. Hollywood começou a glamourizar a mãe solteira. Então, como a Jamaica poderia estar tão longe "da frente" da elite cultural dos Estados Unidos?
Fiquei chocado ao saber que a revolução sexual da Jamaica era uma política promovida pelos britânicos. Em 1807, um membro evangélico do Parlamento conseguiu fazer uma campanha cristã para a abolição do tráfico de escravos. Mas isso criou um problema para os proprietários das plantações britânicas no Caribe. Os negócios não poderiam sobreviver sem escravos.
Então, "o que vamos fazer?"
Os proprietários da plantação trouxeram uma solução simples: se os escravos não podiam ser enviados, então produza-os nas plantações! Como fazer isso? Simples. Desanime-os da prática sexual pelo casamento. Eles deveriam se tornar "garanhões" e engravidar as mulheres, sem assumir a responsabilidade de amá-las e protegê-las. A mensagem era: "não se apegue às crianças que trazem ao mundo". Uma mãe solteira cuidará da criança por alguns meses. Então ela precisará trabalhar para alimentar a si mesma e ao bebê. Ela vai engravidar novamente, tornando-se ainda mais incapaz de cuidar do primeiro filho. Uma criança sem familiares carinhosos não terá outra opção senão crescer para ser escrava.
Avancemos para 2008, quando um jovem bonito e inteligente nos ajudou a passar de Hollywood para Pasadena. Após 8 horas de trabalho árduo, ele estava ansioso para nos contar sobre si mesmo. Então, no meio da noite, tomando uma xícara de café em nossa nova casa, ele começou abruptamente: "Eu odeio mulheres americanas!"
"Por quê?"
"Oh! Eu amei muitos delas. Tenho filhos de três. A primeira está me processando para cuidar do bebê na segunda, na terça e na quarta-feira. A segunda me quer como babá na quarta-feira, na quinta-feira e na sexta-feira. A terceira é exigente e quer que eu cuide da criança da sexta-feira ao domingo para que ela possa trabalhar. Não posso ser um cuidador de bebês por nove dias na semana! Todas as três querem apoio infantil. Se eu cuidar de crianças 7 dias e trabalhar 7 noites, não posso fazer o que elas estão me pedindo. Eu estou ficando louco. Quero cometer suicídio ... embora seja bom ter uma namorada indiana ".
Ele era um cara inteligente, trabalhador e muito amável. No entanto, eu tinha que ser sincero: "Você amou três mulheres, mas você as levou à pobreza. Você condenou seus três filhos à pobreza. Você se condenou à pobreza. Agora, por que você quer arruinar a vida de uma menina indiana? Por que você não pode amar apenas uma mulher? Ter três filhos com ela? Vocês dois vão cuidar deles. Ofereça-lhes uma ótima educação. Então, na sua velhice, eles cuidarão de você. "
O jovem olhou para mim como se eu fosse um alienígena. "Você está promovendo casamento monogâmico? O homem deveria estar preso a uma mulher pelo resto de sua vida? Trocar fraldas, levantar-se de noite para ninar os bebês para depois dormir um pouco, deixar de assistir futebol para ajudar o filho com os deveres de casa?"
Durante toda a sua vida, desde a escola primária até à Universidade, foi-lhe ensinado que ele era um macaco. Os macacos não se casam. Eles se acasalam. Eles têm relações de macaco. Era assim que aquele homem e suas namoradas viviam.
O homem me disse que o casamento era uma ideia religiosa sem sentido, inventada pelos sacerdotes que não queriam que as pessoas se divertissem. Meu amigo estava em parte certo. A idéia vem da Bíblia, do Deus trino que criou o homem à Sua imagem - macho e fêmea - para ser um, em um relacionamento exclusivo e vitalício. Os dois se tornam ainda mais à imagem de Deus quando têm um filho e se tornam três. É no cuidado dessa criança que eles começam a entender o Pai - o coração de Deus.
A ideia do casamento no Ocidente foi melhor articulada pelo reformador alemão, Martin Luther, em seus livros, como "Table Talks". A propagação da Bíblia definiu o padrão do casamento no Ocidente. Reformadores indianos como o Dr. Bhimrao Ambedkar e Pandit Jawaharlal Nehru entenderam o segredo do sucesso do Ocidente. Eles proibiram a poligamia em 1955 - 105 anos depois de Ishwar Chandra Vidyasagar entender que a revolução sexual era o caminho da escravidão.
O casamento e a família são a escola de caráter ordenada por Deus que nos liberta da escravidão, ao nos capacitar a crescer à semelhança de Deus e estabelecer nosso domínio sobre a terra como governantes-servos. O casamento definido como união de um homem com uma única mulher durante sua vida fortaleceu as mulheres ocidentais, as crianças e os homens. Construiu grandes famílias, grandes economias, grandes sociedades e nações poderosas.
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O Prof. Vishal Mangalwadi dirige o Centro de Desenvolvimento de Recursos Humanos em uma Unversidade no Norte da Índia. Ele é autor de 20 livros e lecionou em 40 países. Sua exposição da filosofia indiana e do pensamento e da cultura ocidentais em livros como “The World of Gurus”, e “The Book That Made Your World: How the Bible Created the Soul of Western Civilization” são estudados em cursos universitários.
(1) Que Ela Respeite seu Marido (Ef 5.22, 33). Se o marido deve amar a sua esposa, por outro lado, o dever dela é respeitar o marido. A Bíblia ensina que todos os crentes devem amar o seu próximo como a si mesmos. Mas, especificamente, à esposa tão dada facilmente ao amor e a amar, Deus reforça o dever da humilde submissão conjugal.
(2) Que Ela, se o Senhor permitir, tenha Filhos (1Tm 2.15). O apóstolo diz que a mulher cristã será preservada por meio de sua missão de mãe. Com bom senso, sua fé, amor e vida de santidade se fortalecerá à medida em que com ternura alimentar e criar seus filhos. Por meio do exemplo, as mulheres mais velhas devem ensinar as mais jovens como amarem seus esposos e filhos (Tt 2.4). Em meio a uma sociedade “anti-filhos” a resposta bíblica à fertilidade da esposa cristã é a alegria (Douglas Wilson).
(3) Que Ela seja uma Boa Dona de Casa. “as mulheres idosas... sejam mestras do bem, a fim de instruírem as jovens recém-casadas a amarem ao marido e a seus filhos, a serem sensatas, honestas, boas donas de casa, bondosas, sujeitas ao marido, para que a palavra de Deus não seja difamada” (Tt 2.3-5). Não existe trabalho mais valoroso para Deus do que o doméstico. Nele, as servas do Senhor trabalham duro, limpando, cozinhando,cuidando do marido e filhos. Quando elas se sentem cansadas, os maridos deveriam louvá-las, pois essa é uma clara prova de que estão honrando a Deus com seus dons e talentos.
(4) Que Ela, no devido tempo, seja também uma Bênção fora de casa. “A Bíblia não ensina que o lugar da mulher é em casa; ela exige que a casa seja a prioridade dela, mas a mulher não está limitada somente ao lar” (Wilson). No tempo certo, com os filhos já crescidos, sua diligência e competência poderá levá-la a ser útil também para os de fora, contudo, nunca as prioridades devem ser trocadas. Dúvidas? Leia Provérbios 31.10-31.
(5) Que Ela supra as necessidades sexuais de seu marido (1Co 7.2-5). Muito mais do que cumprir o simples dever de satisfazê-lo, a mulher cristã em resposta ao desejo de seu esposo deve ser a sua fiel e única amante. Veja como de forma poética o Rei Salomão tratou sobre isso: “Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os jovens; desejo muito a sua sombra e debaixo dela me assento, e o seu fruto é doce ao meu paladar. Leva-me à sala do banquete, e o seu estandarte sobre mim é o amor. Sustentai-me com passas, confortai-me com maçãs, pois desfaleço de amor. A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a direita me abrace. Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não desperteis o amor, até que este o queira” (Ct 2.3-7).
(6) Que Ela evite brigas e discussões. “o gotejar contínuo no dia de grande chuva e a mulher rixosa são semelhantes; contê-la seria conter o vento, seria pegar o óleo na mão” (Pv 27.15-16). Com o seu falar a mulher cristã deve auxiliar com sabedoria seu marido. A mulher virtuosa “Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua” (Pv 31.26).
(7) Que Ela se deixe pastorear por seu marido. É dever do marido pastorear a sua esposa. Se ela buscar instrução em outro lugar tornará a tarefa de seu marido sem sentido. Mulheres inteligentes podem perfeitamente ser submissas, não há incompatibilidade alguma nisso. “A esse respeito, é bom que as esposas se lembrem de Abigail, uma mulher linda, submissa, e inteligente” [1Sm 25.3, 41] (Wilson).
(8) Que Ela seja caridosa. Uma esposa cristã “Abre amão ao aflito; e ainda a estende ao necessitado” (Pv 31.20). Ela se dedica com esmero às obras de caridade. Uma mulher que obedece todos esses mandamentos do Senhor e neles se santifica, é verdadeiramente mulher de valor inestimável. Seu marido recebeu uma grande bênção; assim também os filhos, e todos que entram em contato com esse lar. “Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas jóias” (Pv 31.10).
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Lições extraídas e adaptadas do Livro “Reformando o Casamento”, de Douglas Wilson, Ed. CLIRE, 2013











