In
Alice Walker,
casamento
“Feminismo enganou toda uma geração de mulheres a não ter filhos. É devastador.”
– Rebecca Walker, filha da renomada autora feminista Alice Walker, 2008.
A autora feminista Alice Walker influenciou toda uma geração de mulheres. Ela sempre defendeu a idéia que a maternidade era uma forma de escravidão. Mas uma mulher não acreditou nos escritos de Alice – sua própria filha, Rebecca, de 38 anos. Aqui a também autora Rebecca descreve como foi crescer como filha de um Ãcone cultural, e porque sente que é tão abençoada por ser o tipo de mulher que sua mãe detestava – uma mãe.
Um dia eu estava passando o aspirador de pó na casa quando meu filho entrou correndo no quarto. “Mamãe, mamãe, deixa eu te ajudar”, ele gritou. Suas pequeninas mãos envolveram meus joelhos e seus grandes olhos marrons estavam olhando para mim. Uma grande explosão de felicidade tomou conta do meu ser.
Eu amo o jeito como sua cabeça se aninha na dobra do meu pescoço. Eu amo o jeito como seu rosto se transforma numa máscara de ansiosa concentração quando eu o ajudo a aprender o alfabeto. Mas acima de tudo, eu simplesmente amo ouvir sua voz de criança me chamando: ‘Mamãe, mamãe.”
Isso me faz lembrar quão abençoada eu sou. A verdade é que eu quase perdi a chance de me tornar mãe, por ter ser criada por uma feminista fanática que me ensinou que a maternidade era a pior coisa que podia acontecer a uma mulher.
Veja, minha mãe me ensinou que as crianças escravizam as mulheres. Eu cresci acreditando que crianças eram somente um grande peso na vida, e que a idéia da maternidade ser capaz de lhe fazer totalmente feliz era uma completa ilusão, um conto de fadas.
Na verdade, ter um filho tem sido a experiência mais gratificante de toda a minha vida. Longe de me “escravizar”, o meu filho Tenzin, de três anos e , tem aberto o meu mundo. Meu único arrependimento é ter descoberto as alegrias da maternidade muito tarde. Venho tentando ter um segundo filho há dois anos, mas até agora sem sorte.
A autora feminista Alice Walker influenciou toda uma geração de mulheres. Ela sempre defendeu a idéia que a maternidade era uma forma de escravidão. Mas uma mulher não acreditou nos escritos de Alice – sua própria filha, Rebecca, de 38 anos. Aqui a também autora Rebecca descreve como foi crescer como filha de um Ãcone cultural, e porque sente que é tão abençoada por ser o tipo de mulher que sua mãe detestava – uma mãe.
Um dia eu estava passando o aspirador de pó na casa quando meu filho entrou correndo no quarto. “Mamãe, mamãe, deixa eu te ajudar”, ele gritou. Suas pequeninas mãos envolveram meus joelhos e seus grandes olhos marrons estavam olhando para mim. Uma grande explosão de felicidade tomou conta do meu ser.
Eu amo o jeito como sua cabeça se aninha na dobra do meu pescoço. Eu amo o jeito como seu rosto se transforma numa máscara de ansiosa concentração quando eu o ajudo a aprender o alfabeto. Mas acima de tudo, eu simplesmente amo ouvir sua voz de criança me chamando: ‘Mamãe, mamãe.”
Isso me faz lembrar quão abençoada eu sou. A verdade é que eu quase perdi a chance de me tornar mãe, por ter ser criada por uma feminista fanática que me ensinou que a maternidade era a pior coisa que podia acontecer a uma mulher.
Veja, minha mãe me ensinou que as crianças escravizam as mulheres. Eu cresci acreditando que crianças eram somente um grande peso na vida, e que a idéia da maternidade ser capaz de lhe fazer totalmente feliz era uma completa ilusão, um conto de fadas.
Na verdade, ter um filho tem sido a experiência mais gratificante de toda a minha vida. Longe de me “escravizar”, o meu filho Tenzin, de três anos e , tem aberto o meu mundo. Meu único arrependimento é ter descoberto as alegrias da maternidade muito tarde. Venho tentando ter um segundo filho há dois anos, mas até agora sem sorte.
