Se assumir a maternidade com coragem é posar nua com filhos pegados ao seio, ou mostrar as estrias adquiridas na gravidez, ou ainda, mostrar para o mundo inteiro o parto normal feito em casa, sinceramente, eu não sou mãe.
Não sei que necessidade estúpida é essa. Para combater os estereótipos criados pelas mamães que estão na mÃdia, as malhadas, magras e lipoaspiradas, mães comuns se despem para assumir com "honra" as marcas da gravidez.
Ora, se queremos assumir com honra as marcas da gravidez, e não somente isso, mas a maternidade, devemos ter um comportamento exatamente oposto ao que essas beldades tem: vestir-se corretamente, resguardando o nosso corpo como tabernáculo sagrado, lugar onde Deus trabalhou engenhosamente para formar uma nova vida.
Outra coisa, as marcas da maternidade não são apenas as do corpo, são as da alma, do espÃrito, da vida sacrificada e abnegada, dedicada a formar naqueles pequenos seres um caráter superior. Que adianta levar as estrias e esquecer a decência, o pudor e a vergonha? Que adianta mostrar seios descaÃdos em prol da amamentação, mas esquecer do alimento moral e espiritual que pequenos lactentes desesperadamente precisam? Que adianta mostrar a dor do parto normal e não vivenciar a dor da renúncia dia após dia no cuidado com os seus?
Acho que todas essas questões que envolvem a mulher no momento em que se torna mãe são importantes: ignorar estrias, alimentar naturalmente seus bebês e lutar para ter um parto natural. Mas, não precisamos fazer disso motivo para perdermos a vergonha e o pudor. É preocupante essa exposição exagerada de algumas mulheres (e dentre elas, algumas cristãs) que exibem seus corpos em nome de uma causa, seja ela qual for. Mas, essas mesmas mães não lutam com o mesmo afinco para dar às crianças mais tempo, mais amor, mais da sua presença. Algumas até fazem isso, mas não transmitem com o mesmo vigor a mensagem para as que negligenciam esses aspectos importantes da maternidade.
Como mães, e portanto, guardiãs da vergonha, recato e respeito, devemos primar sempre pelo belo e sagrado. Exibir o corpo, ainda que tenha como pano de fundo uma causa nobre, reduz a causa, seja ela qual for, ao mesmo nÃvel do profano e vulgar.
Minha dica: quer lutar pela maternidade verdadeira? Vista-se e pare de reclamar. Cuide do seu bebezinho, dando-lhe o seu melhor. Pare de choradeira e trate de encarar de frente esse momento belo e único. Deus nos agraciou, fazendo-nos, com nossos corpos, participantes da Sua criação._________________________
Adna S Barbosa
Não sei que necessidade estúpida é essa. Para combater os estereótipos criados pelas mamães que estão na mÃdia, as malhadas, magras e lipoaspiradas, mães comuns se despem para assumir com "honra" as marcas da gravidez.
Ora, se queremos assumir com honra as marcas da gravidez, e não somente isso, mas a maternidade, devemos ter um comportamento exatamente oposto ao que essas beldades tem: vestir-se corretamente, resguardando o nosso corpo como tabernáculo sagrado, lugar onde Deus trabalhou engenhosamente para formar uma nova vida.
Outra coisa, as marcas da maternidade não são apenas as do corpo, são as da alma, do espÃrito, da vida sacrificada e abnegada, dedicada a formar naqueles pequenos seres um caráter superior. Que adianta levar as estrias e esquecer a decência, o pudor e a vergonha? Que adianta mostrar seios descaÃdos em prol da amamentação, mas esquecer do alimento moral e espiritual que pequenos lactentes desesperadamente precisam? Que adianta mostrar a dor do parto normal e não vivenciar a dor da renúncia dia após dia no cuidado com os seus?
Acho que todas essas questões que envolvem a mulher no momento em que se torna mãe são importantes: ignorar estrias, alimentar naturalmente seus bebês e lutar para ter um parto natural. Mas, não precisamos fazer disso motivo para perdermos a vergonha e o pudor. É preocupante essa exposição exagerada de algumas mulheres (e dentre elas, algumas cristãs) que exibem seus corpos em nome de uma causa, seja ela qual for. Mas, essas mesmas mães não lutam com o mesmo afinco para dar às crianças mais tempo, mais amor, mais da sua presença. Algumas até fazem isso, mas não transmitem com o mesmo vigor a mensagem para as que negligenciam esses aspectos importantes da maternidade.
Como mães, e portanto, guardiãs da vergonha, recato e respeito, devemos primar sempre pelo belo e sagrado. Exibir o corpo, ainda que tenha como pano de fundo uma causa nobre, reduz a causa, seja ela qual for, ao mesmo nÃvel do profano e vulgar.
Minha dica: quer lutar pela maternidade verdadeira? Vista-se e pare de reclamar. Cuide do seu bebezinho, dando-lhe o seu melhor. Pare de choradeira e trate de encarar de frente esse momento belo e único. Deus nos agraciou, fazendo-nos, com nossos corpos, participantes da Sua criação._________________________
Adna S Barbosa
