Esse fato é curioso. Um site de traição, ou seja, um site que tem por natureza quebrar pactos conjugais, prometia aos seus usuários proteger as relações extraconjugais. A comentarista da CBN Daniela Braun reforçou que se eles prometeram ser um site seguro, deveria pagar por não terem protegido as informações pessoais dos seus usuários. Mas como um site dessa natureza poderia ser seguro, se trabalha justamente com a quebra da intimidade, com a ruptura de vidas que fizeram uma aliança de fidelidade e amor eterno? Como esperar atitudes moralmente responsáveis de quem é imoral por natureza? Há uma contradição aqui. Mas é isso mesmo o que estamos vivendo hoje: uma vida de contradições.
E dar-lhes-ei meninos por prÃncipes, e crianças governarão sobre eles.
IsaÃas 3:4
Acabo de voltar de uma palestra para comerciantes. O palestrante foi o Marcelo Tas, do CQC. Ele falou sobre as redes sociais e seus efeitos colaterais. Começou falando sobre as crianças e terminou, também, falando delas. Interessante que outra palestra que participei, também com um palestrante renomado, enfatizou muito as crianças. Sendo que, da outra vez, o foco era as vendas, isto é, a criança como consumidor, ainda que o tema da palestra não fosse esse.
Qual a leitura que faço de tudo isso? Hoje, tudo gira em torno das crianças: o mercado, as redes, os programas televisivos (ah, sobre isso o Marcelo Tas disse que há várias crianças de menos de 3 anos que o assistem – disse como se isso fosse uma benéfica revolução de paradigmas), as propagandas, tudo tem como foco a criança. Outra coisa que confirma isso que estou dizendo, foi uma conversa que tive com uma diretora de uma renomada escola. Ela me disse que a escola estava “educando” os adultos através das crianças. Disse-me que essa foi a melhor maneira de fazer os pais escutar que não se pode jogar lixo nas ruas, não se pode gastar água, etc e tal. Acrescentou que havia tentado outras formas, mas nenhuma havia se mostrado tão efetiva quanto à quela.
Aqui está um programa lindo feito por minha amiga e irmã em Cristo, feminina, Maria Eunice Cabral, o GraçaGirls.
Tive o enorme prazer de participar para falar sobre o papel da mulher na igreja e na sociedade, juntamente com a Rebecca Maciel.
Escutem! Deus abençoe essa meninas!
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Bela, recatada, do lar, lÃder, jornada dupla de trabalho, universitária, funcionária, mãe, filha, esposa, amiga… discÃpula. Hoje vamos discutir qual o papel das mulheres na igreja e na nossa sociedade, e se isso é tão simples assim.
Neste Graça Girls, Luciana Santos e Maria Eunice Cabral convida Adna Barbosa e Rebecca Maciel para contrapor seus pensamentos e debater sobre tema tão relevante para o sexo frágil (ou não).
Incentivar os outros é muito importante. Mas, como mulheres, precisamos ter cuidado para não incentivarmos os homens de formas inadequadas.
A mulher tola de Provérbios 7 encontra um homem jovem e convida-o para uma relação imoral. Ela diz: "...saà ao teu encontro, a buscar diligentemente a tua face, e te achei" (v. 15). Esta mulher casada está alimentando a necessidade de admiração do jovem. Ela coloca-se como o fracasso moral para aquele rapaz.
Além disso, quando uma mulher admira qualidades de um outro homem que não o do seu próprio marido, isso pode fazê-la sentir-se descontente com o seu próprio casamento. Pode até mesmo torná-la mais propensa a achar que vive em uma relação solitária.
Mulher, ao usar palavras para encorajar os outros, peça a Deus que lhe dê sabedoria e moderação na forma como você vai elogiar os homens. Pergunte a si mesma: este é o tipo de admiração que deve vir somente de sua esposa?
(Nancy Leigh DeMoss)
In
Alice Walker,
casamento
“Feminismo enganou toda uma geração de mulheres a não ter filhos. É devastador.”
– Rebecca Walker, filha da renomada autora feminista Alice Walker, 2008.
A autora feminista Alice Walker influenciou toda uma geração de mulheres. Ela sempre defendeu a idéia que a maternidade era uma forma de escravidão. Mas uma mulher não acreditou nos escritos de Alice – sua própria filha, Rebecca, de 38 anos. Aqui a também autora Rebecca descreve como foi crescer como filha de um Ãcone cultural, e porque sente que é tão abençoada por ser o tipo de mulher que sua mãe detestava – uma mãe.
Um dia eu estava passando o aspirador de pó na casa quando meu filho entrou correndo no quarto. “Mamãe, mamãe, deixa eu te ajudar”, ele gritou. Suas pequeninas mãos envolveram meus joelhos e seus grandes olhos marrons estavam olhando para mim. Uma grande explosão de felicidade tomou conta do meu ser.
Eu amo o jeito como sua cabeça se aninha na dobra do meu pescoço. Eu amo o jeito como seu rosto se transforma numa máscara de ansiosa concentração quando eu o ajudo a aprender o alfabeto. Mas acima de tudo, eu simplesmente amo ouvir sua voz de criança me chamando: ‘Mamãe, mamãe.”
Isso me faz lembrar quão abençoada eu sou. A verdade é que eu quase perdi a chance de me tornar mãe, por ter ser criada por uma feminista fanática que me ensinou que a maternidade era a pior coisa que podia acontecer a uma mulher.
Veja, minha mãe me ensinou que as crianças escravizam as mulheres. Eu cresci acreditando que crianças eram somente um grande peso na vida, e que a idéia da maternidade ser capaz de lhe fazer totalmente feliz era uma completa ilusão, um conto de fadas.
Na verdade, ter um filho tem sido a experiência mais gratificante de toda a minha vida. Longe de me “escravizar”, o meu filho Tenzin, de três anos e , tem aberto o meu mundo. Meu único arrependimento é ter descoberto as alegrias da maternidade muito tarde. Venho tentando ter um segundo filho há dois anos, mas até agora sem sorte.
A autora feminista Alice Walker influenciou toda uma geração de mulheres. Ela sempre defendeu a idéia que a maternidade era uma forma de escravidão. Mas uma mulher não acreditou nos escritos de Alice – sua própria filha, Rebecca, de 38 anos. Aqui a também autora Rebecca descreve como foi crescer como filha de um Ãcone cultural, e porque sente que é tão abençoada por ser o tipo de mulher que sua mãe detestava – uma mãe.
Um dia eu estava passando o aspirador de pó na casa quando meu filho entrou correndo no quarto. “Mamãe, mamãe, deixa eu te ajudar”, ele gritou. Suas pequeninas mãos envolveram meus joelhos e seus grandes olhos marrons estavam olhando para mim. Uma grande explosão de felicidade tomou conta do meu ser.
Eu amo o jeito como sua cabeça se aninha na dobra do meu pescoço. Eu amo o jeito como seu rosto se transforma numa máscara de ansiosa concentração quando eu o ajudo a aprender o alfabeto. Mas acima de tudo, eu simplesmente amo ouvir sua voz de criança me chamando: ‘Mamãe, mamãe.”
Isso me faz lembrar quão abençoada eu sou. A verdade é que eu quase perdi a chance de me tornar mãe, por ter ser criada por uma feminista fanática que me ensinou que a maternidade era a pior coisa que podia acontecer a uma mulher.
Veja, minha mãe me ensinou que as crianças escravizam as mulheres. Eu cresci acreditando que crianças eram somente um grande peso na vida, e que a idéia da maternidade ser capaz de lhe fazer totalmente feliz era uma completa ilusão, um conto de fadas.
Na verdade, ter um filho tem sido a experiência mais gratificante de toda a minha vida. Longe de me “escravizar”, o meu filho Tenzin, de três anos e , tem aberto o meu mundo. Meu único arrependimento é ter descoberto as alegrias da maternidade muito tarde. Venho tentando ter um segundo filho há dois anos, mas até agora sem sorte.
In
BÃblia,
Débora
Mulheres da BÃblia: Débora - uma mulher empoderada, ou uma feminina em tempos difÃceis?
Débora era uma profetisa e uma mulher casada. Ela era lÃder em Israel na época dos juÃzes. “Os israelitas a procuravam, para que ela decidisse as suas questões”. (JuÃzes 4.5). O ponto importante que devemos ter em mente com relação ao que Débora fazia e à s atividades de todas as pessoas do Livro de JuÃzes é que o comportamento deles não é uma norma que devemos seguir. Naquela época “não havia rei em Israel; cada um fazia o que lhe parecia certo”.(JuÃzes 17.6;21.25). As pessoas estavam vivendo do jeito que queriam, não do jeito que Deus mandava. Elas adoravam Ãdolos. A tirania era comum. As mulheres eram raptadas como noivas e até estupradas por bandos de homens. Eu poderia prosseguir e dizer mais, mas por que você mesma não começa a ler o livro? Você verá que o tema de JuÃzes é “o que acontece com as pessoas quando elas abandonam as leis de Deus”.
Em outra parte da BÃblia Deus explica em maiores detalhes que não é seu plano que os jovens ou as mulheres governem um paÃs. “Mas, ai dos Ãmpios!… Meu povo é oprimido por uma criança; mulheres dominam sobre ele. Meu povo, os seus guias o enganam e o desviam do caminho” (IsaÃas 3.11,12). Não devemos, pois, nos apoiar em Débora como exemplo de que as esposas podem seguir uma carreira profissional fora do lar.
“Isto, porém, vos digo, irmãos, que o tempo se abrevia; o que resta é que também os que têm mulheres sejam como se não as tivessem; e os que choram, como se não chorassem; e os que folgam, como se não folgassem; e os que compram, como se não possuÃssem; e os que usam deste mundo, como se dele não abusassem, porque a aparência deste mundo passa” (1 CorÃntios 7:29–31)
Desde pequenininhos ouvimos esta pergunta: “O que você vai ser quando crescer?”. E, à s vezes, induzidos pelos adultos, as crianças dizem uma porção de coisas: “vou ser médico”, “eu quero ser juiz”, “bombeiro”, “astronauta”, “polÃcia”, “professora”, e por aà vai…
Mas aquela perguntinha da infância ainda soa muito forte à medida que crescemos, agora com outras palavras, mas com o mesmo sentido: “o que você faz e como você se torna alguém de destaque?”. Somos dirigidos para fazer alguma coisa. Alguns quando crescem dão continuidade ao trabalho do pai, ou da mãe, ou da famÃlia no comércio, na prestação de algum tipo de serviço, na carreira etc. Outros rompem com um ciclo e mudam suas vidas, outros precisam trabalhar em qualquer coisa para ganhar dinheiro e sobreviver, outros mergulham na vida acadêmica, outros vão levando a vida.
A propaganda do Boticário para o dia dos namorados deste ano não veio com casais homossexuais, mas foi igualmente perversa e ofensiva. Uma mulher oferta a um homem desconhecido um perfume, que ao abrir a embalagem "taca-lhe" um beijo escandaloso com duração de alguns segundos, o suficiente para fazer-nos baixar a cabeça e corar de vergonha. Depois do beijo, eles se apresentam um ao outro. A mensagem? Intimidade sexual com desconhecidos é normal e boa.
Cada vez mais me espanto com o conteúdo ideológico sexual pervertido que carregam as campanhas publicitárias. Empresas de construção exibem comerciais enaltecendo o feminismo, empresas de cosméticos louvam a imoralidade e perversão sexual, pastas de dentes exploram conteúdo pornográfico... E assim seguem as propagandas fisgando seus "peixes" ao propor que o objetivo da vida é a satisfação pessoal pelos meios materiais e do prazer sexual.
Elas se propõem a responder perguntas morais e querem satisfazer ânsias da alma que somente o Evangelho pode responder. Pintam um cenário de satisfação e euforia ao praticar atos libidinosos, vida próspera e feliz para os que satisfazem desejos consumistas. Mas na verdade, tudo não passa de mensagens mentirosas que mostradas repetidas vezes, fixarão nas mentes e assim tentarão roubar-nos os valores, as crenças, os modos de vida que se mostraram eficazes no decorrer das civilizações ao longo da história.
Algumas imagens chocantes, cujo objetivo é apresentar estereótipos da vida moderna, hábitos diários e como a tecnologia e o corre-corre da vida alterou nossas prioridades e valores.
O último acontecimento envolvendo a adolescente do Rio de Janeiro causou-me indignação, como a todos. Ficamos chocados diante de tamanha brutalidade do ser humano. Homens que deveriam proteger, partem para uma agressão com doses extremas de perversidade. Sem dúvida, é uma situação que nos faz chorar e fatalmente nos leva a meditar em como o pecado tem levado a raça humana a destinos terrÃveis.
Maldades deste grau não é privilégio dos nossos tempos. Desde que o pecado entrou na humanidade, experimentamos uma desordem total na vida e nas relações humanas. De fato, chegamos sempre à conclusão de Salomão: "Deus fez a todos com perfeição, mas nós estragamos tudo" (Ec 7.29). A imoralidade sexual é, de todos os pecados, a causa da maior parte das desgraças no mundo inteiro; é uma das piores armadilhas para a vida do homem e da mulher. Sua sedução cega as mais brilhantes mentes e faz do homem um fantoche em suas mãos. Os que agradam a Deus e o temem, escaparão dela, mas os que rejeitam a Deus e os seus padrões morais, caem em suas armadilhas.
Desde que comecei a transmitir, por meio da página Feminina, o que recebo do Senhor, tenho ouvido algumas poucas ameaças e também umas poucas ofertas de serviço interesseiras, do tipo: "quer ajuda? Eu posso ajudar, desde que me pague um valor X". Como se eu não precisasse daquele valor X também. Já recebi insultos, xingamentos, menosprezos, já perdi até amizades por causa da verdade transmitida aqui, mas as recompensas superam as perdas, e este é o cerne da questão.
Tenho sido surpreendida, ao longo de 4 anos (sim, nossa página completa 4 anos no dia 26 de maio!), por mensagens diversas, dos lugares que jamais poderia imaginar penetrar... São mensagens de amor pelo conteúdo que leem aqui, mensagens de transformação, mensagens de apoio, mensagens de agradecimento... mensagens que me consolam e me fazem permanecer firme no propósito de agradar a Deus (sim, eu também sou tentada a desistir, às vezes).
O que, talvez, muitas de vocês não imaginem, é que a mais beneficiada com tudo o que publico aqui sou eu mesma. Falo com temor, mulheres. Já por algumas vezes, decidi parar com tudo. Mas, como uma cristã que aprendeu a orar, antes de fazê-lo, pedi a direção de Deus. E todas as vezes fui surpreendida no outro dia com uma mensagem in box de mulheres completamente desconhecidas, pedindo-me para que continuasse. Queridas, a batalha travada era entre meus sentimentos e Deus, apenas.
Mas, por que estou a contar essa história toda, visto que não costumo tratar desses assuntos por aqui? Foi porque uma de vocês foi para mim como os braços de Deus a me confortar...
Falo do vÃdeo abaixo. Queridas, como me tocou, pois a mensagem fala exatamente do que arde no meu coração nesses 4 anos de página e nos 12 anos de vida de esposa, dona de casa e mãe. Sempre que penso nos insultos do mundo, nos olhares de reprovação, sempre que sinto o desprezo silencioso das mulheres "empoderadas" e quero me entristecer, Deus fala exatamente o que Ele me falou por meio deste vÃdeo: "Eu te vejo!", então, se Ele me vê, se o dono do Universo me contempla nas horas mais sombrias e cansativas do meu dia, eu realmente não preciso ser vista por mais ninguém.
Nós não somos invisÃveis para Ele. Cada pequeno sacrifÃcio em prol dos nossos filhos atrai os poderosos olhos do Eterno...
Vou parar por aqui. Obrigada, Mariana Ferreira, por me fazer lembrar esta poderosa mensagem divina!
LEIAM E SEJAM EDIFICADAS TAL COMO EU FUI. SEJA ENCORAJADA, mulher feminina! Deus está conosco!
Leremos a quarta e última parte do texto do Luan, que aborda o feminismo à luz das Escrituras. Esperamos que a luz do Evangelho tenha iluminado a sua mente ao ler esses textos tão esclarecedores. Se ainda não leu os textos anteriores acesse os links aqui, aqui e aqui.
Boa leitura!
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O terceiro e último ponto abordado pela revista Carta Capital:
3 - “Feminismo tem a ver com liberdade, com eu, você, elas e eles podermos todos viver e ser sem ninguém dando pitaco em como devemos nos portar, como devemos nos vestir, o que devemos dizer, do que devemos fazer com nossos corpos.”
(Carta Capital)
Essa liberdade reivindicada pelo feminismo é uma grande ilusão. A Palavra de Deus é muito clara: o ser humano não tem liberdade fora da Verdade de Deus, como diz João 8:32: "e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará".
Essa é a grande mentira do ponto em questão: o incentivo à liberdade fora de qualquer padrão, inclusive do de Deus. Como foi destacado anteriormente, a mulher não tem permissão para qualquer coisa fora da vontade de Deus. Isso a reduz a escravidão, como aconteceu com toda a humanidade quando Eva resolveu ouvir a serpente e se rebelar contra a Palavra do Senhor.
O ser humano distante de Deus não consegue entender que portar-se, vestir-se, falar ou usar o corpo da forma como quiser não é liberdade, mas uma verdadeira prisão. Jesus disse em Marcos 7:20-22
"20 E dizia: O que sai do homem, isso é o que o contamina.
21 Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desÃgnios, a prostituição, os furtos, os homicÃdios, os adultérios,
22 a avareza, as malÃcias, o dolo, a lascÃvia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura".
Ou seja, todo tipo de malÃcia e maldade reside no coração do homem. Seria ingenuidade pensar que o homem poderia tomar boas decisões sobre si mesmo a partir do seus próprios conceitos e sentimentos, pois "enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?" (Jeremias 17:9).
A maldade dentro do coração humano é tão grande que ele detêm a verdade de Deus pela injustiça, conforme Romanos 1:18 (confira Romanos 3:9-18). Isto é, a única coisa que lhe pode garantir verdadeira liberdade é detida em sua impiedade.
Quanto a tudo isso, a pergunta é muito simples: como é possÃvel conceber que a mulher possa decidir por si mesmo como falar, vestir ou portar-se sem que ninguém dê "pitaco", uma vez que o seu ser é totalmente inclinado ao pecado? (Gênesis 6:5).
É esse tipo de pensamento que leva as mulheres, mesmo dentro da Igreja, a vestirem-se de forma tão indecente e impiedosa. O pensamento feminista costuma dizer que a vestimenta feminina pode ser qualquer uma, não importa quão curta ou apertada seja ou se há muita ou pouca roupa, a mulher deve vestir-se como quiser e os homens não podem desrespeitá-las por vestirem-se assim.
De fato, os homens nunca devem desrespeitar o sexo oposto, mas tratá-lo com honra. Entretanto, essa filosofia ignora completamente a advertência bÃblica contra a lascÃvia (isto é, sensualidade e luxúria. Conferir Gálatas 5:19). Também desconsidera que o Senhor criou o ser humano para se relacionar sexualmente e que o homem tem uma atração muito forte pelo fÃsico feminino. Isto não justifica a ação pervertida de muitos homens, mas mostra quão perverso é uma moça vestir-se indecentemente, aumentando a tentação masculina e dificultando sua luta contra o pecado.
Talvez argumente-se que é responsabilidade integral do homem cuidar da sua mente "pervertida". Mas Jesus foi enfático ao dizer que qualquer, porém, que "fizer tropeçar a um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse afogado na profundeza do mar" (Mateus 18:6). Todos são chamados a ajudar na vida de santidade do próximo.
Porém, quanto a essa questão, não se fazem necessários muitos argumentos, é suficiente saber que Deus ordenou a decência em sua Palavra, isso basta (1 Timóteo 2:9).
O desenrolar perverso do ponto em questão vai além da indecência discutida. Em 2015, o povo brasileiro assistiu na internet um vÃdeo intitulado "Meu Corpo, Minhas Regras", gravado com atores da Globo. As maldades defendidas foram muitas, mas a principal para essa discussão foi justificar o aborto pelo fato de a mulher ser "dona do seu corpo" e por isso fazer "suas regras" (leia o texto que aborda o conteúdo desse vÃdeo aqui).
Pode não parecer, mas isso tem tudo a ver com feminismo. A defesa da liberdade para fazer o que quiser com o próprio corpo naturalmente leva à essa conclusão. Como uma criança afeta muito a vida da mãe, ela pensa estar no direito de assassinar o ser humano que está crescendo dentro dela.
O processo de raciocÃnio é tão insensato e incoerente, que se deseja defender que cada um faz o que bem entende com o seu corpo, mas a criança não possui direito pela vida, a mãe é que decide, de acordo com a sua conveniência, se o filho vive ou não. Ou seja, o pensamento feminista no fundo é "eu faço o que quiser da minha vida e do meu corpo, o frágil ser humano dentro de mim está atrapalhando os meus planos de vida, portanto, vou matá-lo, afinal, o corpo é meu. Por mais que meu filho tenha o seu próprio corpo, ele não pode mudar os meus sonhos".
A pessoa que defende o aborto está quebrando o mandamento que diz não matarás e está se unindo aos assassinos. Ela também quebra o mandamento que diz não terás outros deuses além de mim, pois oferta malignamente ao Ãdolo do coração chamado egoÃsmo, ou, para os mais Ãntimos, Moloque.
Não, ela não está literalmente oferecendo a este deus dos povos antigos, mas sua prática se assemelha em muito a prática dos que ofereciam seus filhos a Moloque, queimando-os vivos.
E quanto ao estupro? A gravidez fruto de estupro não justifica aborto. Matar uma criança indefesa por esse motivo é fazê-la pagar pelo crime do pai. Certamente é difÃcil e doloroso dar a luz a um filho de um estuprador, porém é o que deve ser feito. A mulher que sofreu dessa terrÃvel maldade deve contar com a graça de Deus e amar essa criança para a Glória d'Ele, tendo em mente que o Senhor é capaz de ajudá-la a superar todo o tipo de sofrimento quando se entregar a Ele.
O feminismo é uma filosofia extremamente destrutiva para a sociedade e completamente oposta aos padrões de Deus. É de suma importância que a Igreja moderna repense os seus valores e reflita sobre o quanto ela tem sido afetada pelos padrões do mundo. O Povo do Senhor precisa se posicionar contra essas mentiras e preservar e propagar a Verdade sobre a Grandeza do Todo Poderoso.
"Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juÃzos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!
Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro?
Ou quem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituÃdo?
Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!"
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Quando Dilma evoca sua natureza feminina como razão para o preconceito contra seu governo, fala do que é próprio das feministas.
Para conseguir adeptos, feministas escondem-se num discurso vitimista. Assim elas tentam legitimar todos os atos irresponsáveis que praticam contra sua famÃlia, esposo, filhos. Usam a perversa tática de tentar amenizar suas enormes falhas ao apontar o dedo para o outro como responsável pelas suas escolhas livres (estratégia de Eva). No caso da Dilma, que ultimamente tornou-se vÃtima de preconceito machista, esse discurso é usado para ocultar os enormes erros de sua gestão. Em nome do feminismo, portanto, mulheres são autorizadas a destruÃrem famÃlias, casamentos, filhos e agora, um paÃs inteirinho!
Toda vez que uma mulher evocar sua condição feminina a fim defender-se dos ataques justos às suas condutas erradas, abra os olhos: você provavelmente está diante de alguém moralmente reprovável e de caráter duvidoso.
Esse tipo de comportamento é próprio dos vis e é usado sempre quando em uma discussão ou pleito, o outro demonstra um conhecimento mais exato, um amor mais rigoroso à verdade e um juÃzo mais sadio que aquele de conduta duvidosa. Quem usa disso, na verdade, tenta eliminar qualquer superioridade do seu oponente, para não dizer, sua própria inferioridade assim posta a nu, e tenta ser superior tornando-se vil: "uma vileza prevalece e leva a melhor sobre qualquer argumento e, a não ser que o adversário não replique com uma vileza ainda maior... ele vence, a honra fica com o que usou de maldade, e a verdade, o conhecimento, o espÃrito e o engenho devem cair fora, derrotados e encurralados pela vileza", como afirmou Schopenhauer.
Nesta terceira parte, Luan mostra como o feminismo vê a maternidade e dá à mulher uma possibilidade de vida alheia à natureza feminina e propósitos divinos. A primeira e a segunda parte do texto estão aqui e aqui. Leia, se quiser compreender melhor a terceira parte.
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A matéria da revista Carta Capital afirmou:
2 - “Feminismo não tem nada a ver com não ter filhos, e sim com a escolha de como e quando esses filhos virão, e se virão”.
O segundo ponto provê melhor oportunidade de falar do papel feminino no que se refere aos filhos. Repare como o feminismo tenta se passar por uma filosofia que procura cuidar da mulher, porém é perversa. Note a sutileza do texto do site Carta Capital: Feminismo não tem nada a ver com não ter filhos.
Na verdade, tem tudo a ver com não ter filhos. O resto da frase diz que a mulher tem o direito de escolher se quer ou não os ter. Isso está totalmente equivocado. Essa ideologia não precisa incentivar a não ter filhos para ser errada, somente o fato de dizer que a mulher pode escolher ser mãe ou não já é um grande problema.
Como mostrado no ponto anterior, o papel de gerar filhos é muito claro na Escritura. A maldição de Deus caiu exatamente sobre as funções do homem e sua esposa. No caso da mulher especificamente, caiu sobre sua capacidade de procriar. Agora, ela passa a sentir dores de parto. Deus não revoga a ordem de procriação dada em Gênesis 1:28, ele apenas torna isso doloroso a partir da queda.
Logo, vemos que não há opção de ter ou não filhos, isso é uma ordem de Deus.
Segue-se adiante a questão com outros textos. 1 Timóteo 2:14,15
14 E Adão não foi iludido, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão.
15 Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação, com bom senso.
Este é um texto extremamente interessante. No verso 14, Paulo diz que a mulher, por ser enganada, caiu em transgressão. Porém, ela ainda pode ser preservada, mas, de que maneira? Por meio de sua missão de mãe. O texto não está dizendo que ter filhos a salva, como se fosse salvação por obras. Antes, ele diz que a salvação tem como fruto essa missão. Ou seja, o apóstolo declara que faz parte da vida da mulher piedosa ter filhos, assim como todos os outros frutos de piedade: permanecer em fé, e amor, e santificação, com bom senso.
Também vemos isso claramente em Tito 2:3-5
3 Quanto às mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias em seu proceder, não caluniadoras, não escravizadas a muito vinho; sejam mestras do bem,
4 a fim de instruÃrem as jovens recém-casadas a amarem ao marido e a seus filhos,
5 a serem sensatas, honestas, boas donas de casa, bondosas, sujeitas ao marido, para que a palavra de Deus não seja difamada.
Algumas frases chaves aparecem aqui: "a amarem ao marido e a seus filhos", "boas donas de casa" e "sujeitas ao marido".
Novamente, os filhos são mencionados. Mas não somente eles, como também o marido. Isso vai de encontro ao pensamento das feministas de que a mulher pode escolher ficar sozinha, não casar. Somente as celibatárias que se dedicam exclusivamente ao Senhor podem permanecer solteiras.
O texto é tão completo, no que tange ao papel feminino, que ele também se refere à questão do lar. Confirmando o que foi dito no tópico 1 sobre Gênesis: não é função da mulher ser a provedora do lar e crescer profissionalmente, mas sim ser uma boa dona de casa sujeita ao seu esposo.
Talvez alguém argumente que esses papéis eram próprios da época, que o contexto era outro e não é necessário submeter-se a isso. A partir do momento que se advoga esse argumento, entra-se em uma situação extremamente complicada e indefensável. Note que a lista de coisas que as donas de casa devem ensinar à s mais jovens, pois elas são mestras do bem, não é nada mais que frutos comuns de uma cristã piedosa, tais como sensatez e honestidade. O tÃtulo mestras do bem não deve ser ignorado. Isso significa que a lista dada por Paulo são exemplos claros de bondade, ensinados pelas mais velhas.
A partir do momento que alguém defende que ter filhos e ser boa dona de casa, frutos de piedade equivalentes à honestidade e sensatez na opinião de Paulo, não é para os nossos tempos, terá também que fazer um enorme esforço para provar que honestidade e sensatez não são para os nossos tempos. Afinal, se algumas caracterÃsticas não "servem" mais para hoje, por que as outras serviriam?
A seriedade disso é tão grande que a rejeição desses princÃpios difama a Palavra de Deus, conforme escrito no verso 5 de Tito 2.
Veja o que diz Salmo 127:3,4
3 Herança do SENHOR são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão.
4 Como flechas na mão do guerreiro, assim os filhos da mocidade.
A pergunta é extremamente óbvia: quem rejeitaria uma herança? Os filhos são herança do SENHOR. Como alguém pode ter coragem de rejeitar uma herança dada pelo próprio SENHOR? A questão realmente chega ao absurdo. No Antigo Testamento, as mulheres se achavam amaldiçoadas quando não tinham filhos, entristeciam-se profundamente. Enquanto Ana, mãe do profeta Samuel, chorou diante de Deus porque não podia dar filhos ao seu marido, diversas mulheres, inclusive cristãs, assassinam a herança do Senhor porque julgam que engravidaram na hora errada.
A Escritura não diz apenas que se deve ter filhos, mas também quantos filhos. Muitos filhos. É o que mostra o verso 4. Uma aljava de flechas era considerada vazia se tivesse menos do que 5 flechas. Qualquer guerreiro que saÃsse para a batalha com um número menor do que esse já estava perdido.
Para finalizar a análise do tópico em questão, Salmo 128:1-4
1 Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos!
2 Do trabalho de tuas mãos comerás, feliz serás, e tudo te irá bem.
3 Tua esposa, no interior de tua casa, será como a videira frutÃfera; teus filhos, como rebentos da oliveira, à roda da tua mesa.
4 Eis como será abençoado o homem que teme ao SENHOR.
Esta passagem diz como é abençoado o homem que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos. Em poucos versos, esse salmo mostra que o papel do homem é ser o provedor (verso 2), o da mulher é estar em casa (verso 3) e que o casal deve ter muitos filhos.
Esses itens são fáceis de serem notados no texto. Há uma ênfase no homem como provedor ao dizer que ele comerá de suas próprias mãos. Quanto à mulher, seu papel também é destacado como dona do lar, ao ser declarado que ela está no interior da casa, isto é, ela é o coração do lar. Quanto aos filhos, no plural conforme o texto, estão ao redor da mesa. Os filhos enchem a mesa da famÃlia. O texto termina com um grande brado "Eis como será abençoado o homem que teme ao SENHOR", mostrando que os versos 2 e 3 são as bençãos do homem cristão. Quando isso não é seguido, há maldição, e que o digam Adão e Eva.
Continuaremos com a quarta e última parte.
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Luan Sales é engenheiro
de Petróleo, casado com
Fernanda Sales.
Tem 24 anos e congrega
na Igreja Presbiteriana de
Ponta D'Areia.
Continuaremos falando sobre o feminismo à luz das Escrituras. Esta é a segunda parte do texto, com ênfase nos papéis masculinos e femininos na sociedade e na famÃlia. Se você ainda não leu a primeira parte do texto, clique aqui.
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A BÃblia mostra que homem e mulher são diferentes. O homem responde pela famÃlia e não a mulher, pois ele é o cabeça, assim como Cristo é o cabeça da Igreja (Ef 5:22,23). A primeira grande tragédia ocorrida na humanidade ocorreu quando esse conceito foi ignorado.
Em Gênesis 3:1-3 lemos:
1 Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o SENHOR Deus tinha feito, disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?
2 Respondeu-lhe a mulher: Do fruto das árvores do jardim podemos comer,
3 mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Dele não comereis, nem tocareis nele, para que não morrais.
Não é diferente aqui. Logo no verso 1, nota-se a ação maldosa de Satanás. Uma delas é tentar levar Eva a enxergar de forma errada a ordem de Deus, ao fazer uma pergunta distorcida: “É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?” Deus não disse isso. Ele os proibiu de comer apenas da árvore do conhecimento do bem e do mal.
A outra grande maldade da serpente é se dirigir direto a Eva e não a Adão. Isso parece simplório, mas é a chave para o entendimento da passagem. Satanás já compreendia que o homem é quem responde pela famÃlia e, por isso mesmo, ele inverte aos papéis e se dirige diretamente a Eva para questionar a autoridade de Deus. Satanás não distorce somente a Palavra dada por Deus como também os papéis estabelecidos por Deus para o homem e a mulher.
Note duas coisas que contribuem muito para esse entendimento, isto é, de que o homem é responsável em responder pela famÃlia:
Primeira: quando Deus deu a ordem de comer de toda árvore, menos da árvore do conhecimento do bem e do mal, Eva ainda não existia. Certamente foi Adão quem ensinou isso para ela. Era papel de Adão, como cabeça, instruir Eva no que ele recebia de Deus. Note que em seu diálogo com a serpente, Eva utiliza essa informação ensinada por Deus a Adão, porém, com algumas diferenças, o que mostra que houve alguma falha no ensino de Adão a ela (compare Gn 2:16,17 com Gn 3:2,3). Segunda e mais notável: Após Adão e Eva comerem o fruto (Gn 3:6), Deus aparece no jardim na viração do dia para falar com eles. Mas a quem Deus dirige a Palavra? Ao homem ou a mulher? Deus dirige a Palavra ao homem, pois ele é o cabeça da famÃlia. É ele quem responde pelos dois, apesar de o erro ter partido de Eva.
"E chamou o SENHOR Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás? " (vers 9)
Durante todo o texto até este momento, a palavra homem foi usada para se referir a Adão. Não há razão para crer que a palavra homem aqui se refira aos dois.
Repare agora na importância da questão. O método de Deus tratar a famÃlia é referindo-se ao homem como o responsável. Satanás, o mentiroso e destruidor, dirigiu a palavra a Eva e esta tomou uma decisão por toda a famÃlia. Toda a humanidade após eles foi afetada por este grande pecado. Nota-se que inverter os papéis, ou atribuir à mulher o papel do homem é uma atitude que foi tomada primeiramente por Satanás. Isso não significa que as feministas são satanistas, mas que sua definição de igualdade nos papéis do homem e da mulher é satânica.
Quando as maldições da queda são analisadas, os papéis do homem e da mulher ficam ainda mais bem definidos do que antes. Não que a maldição defina os papéis, mas através da maldição de Deus veremos quais são os papéis determinados desde antes da queda.
Em Gênesis 3: 16,17 lemos:
O versÃculo 16 trata da maldição de Deus sobre a mulher e o 17 trata da maldição sobre o homem.
Repare que as maldições caem sobre pontos especÃficos. Elas recaem exatamente sobre os papéis do homem e da mulher. É muito importante ter isso mente. As maldições designadas por Deus não são aleatórias. Antes da queda, eles desempenhariam seus papéis de forma tranquila, sem sofrimento algum. Ao desobedecer a Deus, curiosamente através da inversão de papéis, o Senhor fez recair maldições sobre as funções que inevitavelmente eles teriam que executar, antes ou depois da queda.
Mas quais são esses papéis, afinal? No verso 16, o papel da mulher é ter filhos e ser submissa a seu marido. Ao contrário do que muitos pensam, a submissão não é uma maldição. O que está sendo relatado no verso 16 não é a maldição da submissão, mas sim a maldição sobre a função da submissão. A papel da mulher será analisado por partes.
O que quer dizer o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará? Para responder a esta pergunta, outra deve ser respondida: Como deve ser exercida a autoridade do marido e a submissão da mulher? Devem ser exercidas conforme está escrito em Efésios 5: 22,25
Como deve ser a submissão da mulher? Deve ser como ao Senhor, ou seja, voluntariamente, como amor e todo o respeito, se submetendo a sua autoridade. Mas como deve ser a liderança do marido? Como a de Cristo em sua Igreja. Sempre em amor e cuidado, entregando-se a si mesmo por ela.
Na maldição relatada no verso 16, esses papéis, claros na Escritura, são distorcidos devido ao pecado do homem. Agora, a mulher vai querer se rebelar contra a autoridade do marido (como fez Eva) e ele vai liderá-la de forma tirana e feroz. Ou seja, a mulher vai negligenciar seu papel de ser submissa, mas inevitavelmente o seu desejo será para ele, pois o homem a dominará. Ele não se aproximará dela de forma misericordiosa e bondosa como faz o Senhor, mas ele reprimirá a sua rebeldia por meio da força.
Essa é a maldição sobre a submissão, mas a submissão não é a própria maldição.
O outro fato relacionado ao papel da mulher é a criação de filhos. Antes da queda, seria possÃvel reprodução sem dores de parto. A ordem da procriação havia sido dada anteriormente, na criação deles (conferir Gn 1:28). Quanto ao papel da mulher sobre procriação, será tratado mais profundamente em um tópico à frente, com passagens também do Novo Testamento. Agora, será analisada a maldição sobre o papel do homem.
Antes da queda, o homem havia sido posto no jardim para o cultivar e guardar (Gn 2:15). Esse trabalho seria tranquilo para o homem, a terra daria o seu fruto normalmente e o homem sempre teria prazer do seu trabalho. Uma vez tendo desobedecido, veio maldição sobre a terra, conforme o verso 17 do capÃtulo 3. Agora, o fruto da terra viria através do suor do rosto e o seu sustento lhe traria fadiga.
Repare que as maldições são bem especÃficas, porque Deus as estava fazendo recair exatamente sobre os papéis deles. Vale ressaltar que as funções não devem ser negligencias pelo fato de haver maldição. Deus disse que o homem sofreria em seu trabalho e a mulher teria dores de parto. Isso significa, obviamente, que o homem continuaria trabalhando e a mulher continuaria gerando filhos.
E quanto às maldições sobre a liderança e sobre a submissão, o cristão é chamado a lutar contra esse pecado e, em Cristo, assumir seus papéis de forma santa e piedosa, conforme citado em Ef 2:22,25.
Em suma, a mulher e o homem são iguais em dignidade, porém são diferentes em seus papéis. Isso não faz da mulher menor que o homem, apenas a sua função é diferente da função do homem.
Em Gênesis 3: 16,17 lemos:
16 E à mulher disse: Multiplicarei sobremodo os sofrimentos da tua gravidez; em meio de dores darás à luz filhos; o teu desejo será para o teu marido, e ele te governará.
17 E a Adão disse: Visto que atendeste a voz de tua mulher e comeste da árvore que eu te ordenara não comesses, maldita é a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o sustento durante os dias de tua vida.
Repare que as maldições caem sobre pontos especÃficos. Elas recaem exatamente sobre os papéis do homem e da mulher. É muito importante ter isso mente. As maldições designadas por Deus não são aleatórias. Antes da queda, eles desempenhariam seus papéis de forma tranquila, sem sofrimento algum. Ao desobedecer a Deus, curiosamente através da inversão de papéis, o Senhor fez recair maldições sobre as funções que inevitavelmente eles teriam que executar, antes ou depois da queda.
Mas quais são esses papéis, afinal? No verso 16, o papel da mulher é ter filhos e ser submissa a seu marido. Ao contrário do que muitos pensam, a submissão não é uma maldição. O que está sendo relatado no verso 16 não é a maldição da submissão, mas sim a maldição sobre a função da submissão. A papel da mulher será analisado por partes.
O que quer dizer o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará? Para responder a esta pergunta, outra deve ser respondida: Como deve ser exercida a autoridade do marido e a submissão da mulher? Devem ser exercidas conforme está escrito em Efésios 5: 22,25
22 As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor;
25 Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela,
Como deve ser a submissão da mulher? Deve ser como ao Senhor, ou seja, voluntariamente, como amor e todo o respeito, se submetendo a sua autoridade. Mas como deve ser a liderança do marido? Como a de Cristo em sua Igreja. Sempre em amor e cuidado, entregando-se a si mesmo por ela.
Na maldição relatada no verso 16, esses papéis, claros na Escritura, são distorcidos devido ao pecado do homem. Agora, a mulher vai querer se rebelar contra a autoridade do marido (como fez Eva) e ele vai liderá-la de forma tirana e feroz. Ou seja, a mulher vai negligenciar seu papel de ser submissa, mas inevitavelmente o seu desejo será para ele, pois o homem a dominará. Ele não se aproximará dela de forma misericordiosa e bondosa como faz o Senhor, mas ele reprimirá a sua rebeldia por meio da força.
Essa é a maldição sobre a submissão, mas a submissão não é a própria maldição.
O outro fato relacionado ao papel da mulher é a criação de filhos. Antes da queda, seria possÃvel reprodução sem dores de parto. A ordem da procriação havia sido dada anteriormente, na criação deles (conferir Gn 1:28). Quanto ao papel da mulher sobre procriação, será tratado mais profundamente em um tópico à frente, com passagens também do Novo Testamento. Agora, será analisada a maldição sobre o papel do homem.
Antes da queda, o homem havia sido posto no jardim para o cultivar e guardar (Gn 2:15). Esse trabalho seria tranquilo para o homem, a terra daria o seu fruto normalmente e o homem sempre teria prazer do seu trabalho. Uma vez tendo desobedecido, veio maldição sobre a terra, conforme o verso 17 do capÃtulo 3. Agora, o fruto da terra viria através do suor do rosto e o seu sustento lhe traria fadiga.
Repare que as maldições são bem especÃficas, porque Deus as estava fazendo recair exatamente sobre os papéis deles. Vale ressaltar que as funções não devem ser negligencias pelo fato de haver maldição. Deus disse que o homem sofreria em seu trabalho e a mulher teria dores de parto. Isso significa, obviamente, que o homem continuaria trabalhando e a mulher continuaria gerando filhos.
E quanto às maldições sobre a liderança e sobre a submissão, o cristão é chamado a lutar contra esse pecado e, em Cristo, assumir seus papéis de forma santa e piedosa, conforme citado em Ef 2:22,25.
Em suma, a mulher e o homem são iguais em dignidade, porém são diferentes em seus papéis. Isso não faz da mulher menor que o homem, apenas a sua função é diferente da função do homem.
No próximo texto abordaremos a função feminina de gerar filhos e criá-los.
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Luan Sales é engenheiro
de Petróleo, casado com
Fernanda Sales.
Tem 24 anos e congrega
na Igreja Presbiteriana de
Ponta D'Areia.
É impressionante como os jovens cristãos estão abraçando ideologias mundanas e abandonando a sólida e antiga doutrina Sola Scriptura. Tristemente não conseguem pensar biblicamente e enxergar o mundo por uma perspectiva cristã. Dentre essas ideias pós-modernas, destaca-se o feminismo, que é o objeto de discussão do presente artigo.
Para mostrar como o Feminismo não pode andar junto com o Cristianismo, extraà algumas frases chaves de um texto do site Carta Capital, revista de cunho socialista, sobre o referido movimento, mostrando à luz da BÃblia como são diferentes.
Como há muitas vertentes do Feminismo, desde as mais radicais até as mais leves, resolvi usar como base um artigo que explica seus conceitos mais básicos. Ou seja, vou refutar os pontos comuns a todas as linhas do movimento, a espinha dorsal que define essa filosofia. Assim, ao mostrar como esses conceitos são incoerentes com a BÃblia, poderemos ver como o cristão não pode defender esse tipo de pensamento. No meu texto, irei expor algumas frases extraÃdas do referido artigo e contrapor com passagens bÃblicas que mostrem o erro contido nas afirmações. O link para o artigo está aqui.
O conteúdo completo será uma série de quatro textos abordando três frases do artigo do site. Os primeiros dois textos abordarão a primeira frase.
1- “Feminismo clama por igualdade, pelo fim da dominação de um gênero sobre outro. Feminismo não é o contrário de machismo. Machismo é um sistema de dominação. Feminismo é uma luta por direitos iguais.” (Carta Capital)
26 Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domÃnio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra.
27 Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
A questão fica extremamente delicada quando se trata de igualdade entre homem e mulher. É bem importante aqui ter plena noção quanto ao que o feminismo quer dizer quando clama por igualdade. Uma busca por outros artigos ou palestras facilmente revela que o termo igualdade engloba tanto o valor do homem e da mulher quanto seus papéis.
De fato, quando igualdade é compreendida no que se refere ao valor intrÃnseco do homem e da mulher, pode-se dizer que os dois são iguais. E isso se dá pelo que diz o texto citado acima: “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.”
O texto enfatiza que tanto o homem quanto a mulher foram criados à imagem do Senhor. A última parte do verso diz os criou, isto é, ambos foram criados a imagem e semelhança de Deus. Dessa forma, ambos possuem o mesmo valor, mesma dignidade.
Será destacado posteriormente que até nesse ponto existe um erro no feminismo, pois é algo comum dessa filosofia dizer que a própria mulher define quem ela é, define o seu valor. No entanto, a Escritura diz que a mulher (ou mesmo o homem) não pode definir quem ela é. Deus define quem ela é, ela é imagem e semelhança de Deus. Não é o mundo, não é a sociedade e muito menos a mulher quem a define.
O outro ponto de igualdade diz respeito aos papéis. Aqui a diferença entre cristianismo e feminismo se torna gritante. O feminismo confunde valor com papel. O fato de homem e mulher serem iguais não os faz ter as mesmas funções e papéis. Deus criou ambos com a mesma dignidade, porém com papéis diferentes na sociedade, na igreja e na famÃlia.
As pessoas pensam que isso faz da mulher menor do que o homem, por ter uma função que, na opinião delas, é menor. O nome disso é cobiça e é a quebra do décimo mandamento, pois a mulher cobiça o papel que Deus deu ao homem somente. Mas onde está isso na Escritura? Isto é visto em Gênesis e em outras passagens.
Gênesis 2: 15,18.
15 Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar
18 Disse mais o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea.
No capÃtulo 1, o livro de Gênesis descreve a criação de todas as coisas como um todo. No capÃtulo 2, ele relata a criação do homem e da mulher já relatada no capÃtulo 1, porém agora de forma mais detalhada. Primeiro Deus criou o homem (Gn 2:7) e posteriormente criou a mulher (Gn 2:21-23).
Vale notar que, no verso 15, Deus coloca o homem no jardim para cultivá-lo e o guardá-lo. Ou seja, antes mesmo que a mulher fosse criada, o homem foi chamado a trabalhar no jardim. Deus estava instruindo o homem qual era sua função como gênero do sexo masculino. A princÃpio, isso não parece provar que esse papel também não seria o da mulher. Isso ficará mais claro quando são avaliadas as maldições da queda.
Da mesma forma, o verso 18 mostra o papel da mulher. Nesse verso, Deus nos deixa claro que a mulher foi feita por causa do homem, pois não é bom que o homem esteja só. É importante dizer que o fato da mulher ter sido criada por causa do homem não a faz menor em dignidade. Paulo deixa isso claro quando diz que "No Senhor, todavia, nem a mulher é independente do homem nem o homem é independente da mulher. Porque, assim como a mulher veio do homem, assim também o homem nasce da mulher, mas tudo provém de Deus.”.
Ela foi criada como auxiliadora idônea.
A mulher é auxiliadora, isto é, ajudadora. A função dela é contribuir para que o homem possa desempenhar bem a sua função e ela serve de refúgio para o homem. O auxÃlio dado por ela ao homem é comparado com o auxÃlio que provém de Deus. A palavra que se refere à mulher como auxiliadora é a mesma que se refere a Deus como auxÃlio do homem, como no Salmo 146: 5 (conferir também Sl 30:10;42:5,11; Hb13:6)
Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxÃlio, cuja esperança está no SENHOR, seu Deus,
Nesse ponto deve ser feita a seguinte pergunta: Acaso o papel da mulher é algo pequeno e desprezÃvel? Acaso a BÃblia a torna menor em seu papel? O auxÃlio que a mulher dá ao homem é comparável ao do Senhor, ela é um auxÃlio para o seu marido. De fato, é um papel glorioso.
A palavra idônea significa, de acordo com o dicionário, algo que completa ou se encaixa de forma perfeita. Colocando em outros termos, a mulher completa perfeitamente o homem, que não pode viver sem ela, por isso Deus disse que não era bom que ele ficasse só.
Assim, homem e mulher são diferentes, porém são essenciais na vida um do outro. Outro erro do feminismo é pressupor que a mulher pode viver sem o homem. Mas isso será tratado posteriormente.
O próximo texto continuará com a ênfase sobre os papéis do homem e da mulher.
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Luan Sales
Quero deixar de lado os motivos que ensejaram o rompimento dos relacionamentos anteriores do Temer e me ater apenas aos fatos atuais. O texto da Juliana Linhares (Marcela Temer: bela, recatada e "do lar", clique para ler), mostra que o Temer é um homem de sorte e não somente a Marcela, como sugere o texto. Ter uma mulher bela, recatada e do lar é privilégio de poucos nos dias de hoje. Isso porque algumas mulheres conseguiram rebaixar a beleza à feiura, o recato à vadiagem, a vida serena e valiosa do lar à vida pública tumultuada, hedonista e egoÃsta. Sim, falo das mÃseras feministas e do desserviço que prestaram em décadas de movimentos sociais e populares.
Não bastasse a Dilma apelar para o preconceito machista de uma sociedade patriarcal, agora nos deparamos com a fúria das mulheres, que desistiram de ser o que sua natureza manda, contra uma mulher que sequer oferece ameaça: ela pouco aparece na mÃdia, contenta-se em morar em sua casa, cuidar do seu filho e ajudar seu marido, sendo a sua secretária pessoal. Pois é. Uma recatada mulher pode converter-se numa dinamite para as causas daquelas outras sem causas mais nobres para lutar.
Mais uma vez observamos, na fúria das mal-amadas, as enormes contradições feministas. Andar de salto alto, frequentar um salão de beleza e uma academia de ginástica, cuidar das redes sociais e fazer as compras do patrão são trabalhos dignos e honrados. Se esta mesma mulher quiser, de quebra, sair com o patrão ou com qualquer outro colega de trabalho está na sua liberdade de ser feliz, proclamam as feministas. No entanto, ser bonita, mãe, esposa e dona de casa, secretária pessoal do seu esposo e ser feliz, é de uma ofensa sem tamanho. É, na visão das transloucadas feministas, uma opressão da sociedade patriarcal e dos machos que se valem da superioridade financeira e social para oprimir mulherzinhas sem perspectiva de vida e conquistas pessoais.
Gente, as feministas têm inveja das mulheres realizadas, bonitas, esposas, mães e que têm um homem que luta por elas, não importa a idade que ele possua. Sim, porque mulheres com esse perfil são mulheres também, e são muito felizes. Elas vivem o ideal de uma sociedade estável, tão desejada por nós, mulheres.
Eu explico: se os homens cumprissem com seus papeis divinos para a vida, conforme descrito nas Escrituras, terÃamos uma maioria de homens batalhando pela vida de mulheres e crianças, dando-nos cobertura para sermos aquilo para o qual nascemos: mulheres, mães e esposas honradas, contribuindo para a vida ao educar a geração de crianças que nasce a todo instante. TrabalharÃamos, sim, em casa, ajudando nossos maridos. Nessa ajuda, talvez, poderÃamos ser até mesmo secretárias particulares deles (esse é o sonho de muitas mulheres). Menos mulheres nos postos de trabalho, mais homens trabalhando: menos adultérios masculinos, menos ociosidade do macho (que foi feito para o trabalho), menos dor de cabeça, mais realização feminina.
Ah, e não é de hoje que mulheres novinhas casam-se com homens bem mais velhos. Minha avó, por exemplo, foi uma mulher honrada e mãe de quatorze filhos. Casou-se aos quatorze anos com um homem de trinta e oito anos, igualmente honrado e extremamente trabalhador, viúvo e pai de dois filhos. Foi uma mãe para estas duas crianças órfãs; cuidou como quem cuida dos seus próprios filhos. Era dona de casa, apaixonada pelo marido bem-sucedido e trabalhador. Ela, muito bonitinha, era protegida por ele. Ele cuidava dela como quem cuida de uma flor. Ela, em retribuição, cuidou do meu avó ao envelhecer, durante mais ou menos quinze anos. Não somente ela, mas todos os dezesseis filhos, agora bem criados e com toda força de trabalho. Ela foi fiel até à morte. Ficou viúva muito cedo, mas tamanho era o amor por aquele homem que jamais aceitou casar-se novamente. Isso parece surreal, não é? Mas era assim a vida antes do feminismo aparecer. A Marcela, ao seu modo e no contexto de uma sociedade já relativizada, vive parcialmente o que minha querida vovó viveu. Bom pra ela. Bom pra todas as mulheres que têm a honra de ter um homem que lute por elas. Não esqueçam, mulheres: homens mais velhos são mais conservadores, mais estáveis em suas vidas profissionais e, portanto, mais capazes de cumprir seus papeis de provedor, amante e cuidador de uma famÃlia. Não esqueçam de que vocês precisam gerar filhos e estar em casa por um perÃodo de tempo da vida. Vocês precisarão de suporte para isso. E homens mais velhos são mais pacientes, amorosos e responsáveis. Antes de casar, observem isso nos homens. Claro, há inúmeros jovens bem intencionados e desejosos por dar suas vidas pela mulher dos seus sonhos, porém, em tempos feministas, a produção destes está em queda.
Homem casado e apaixonado com mulher do lar e mãe de filhos é a fotografia de uma sociedade que funciona. E as feministas odeiam isso. Afinal, elas lutam pelo sexo livre, pelo lesbianismo, pela destruição das famÃlias, da beleza feminina, da vida. E toda mulher que ama ser mulher nos moldes da feminilidade histórica, natural e real é uma ameça à s suas "conquistas". Mas o que ganhamos com estas "conquistas"? Separações, dores emocionais profundas, baixa auto-estima, tripla jornada de trabalho, filhos sem pai, brigas, loucura.
Sinceramente, sem entrar no mérito dos valores de vida do vice-presidente, um homem que deve satisfação a uma famÃlia, a uma mulher que o ama e a um filho, com certeza terá mais responsabilidade com a coisa pública. O vÃnculo familiar o obriga a prestar contas em casa. FamÃlia gera responsabilidade, isso todos sabemos. Mas, alguém sem famÃlia, sem esposa/marido e sem filhos, apenas deve aos seus comparsas de crime. Pensando por este lado, o Temer sai na frente da Dilma. Claro, isso é só uma conclusão lógica. Eu sei que há maus intencionados pais de famÃlia também. Mas esse é outro assunto.
Concluindo, quero deixar um recado para as moças: não importa qual a idade do homem com quem casará, observe se ele dará as condições para que você exerça sua feminilidade completa. Isso não é ser interesseira, é ser inteligente. Ele pode ser pobre, mas se é um guerreiro, o seu futuro estará garantido. Meu pai foi um desses homens. E minha mãe é uma sortuda. Nunca possuiu riquezas, mas sempre honrou sua masculinidade ao dar a sua vida por uma linda esposa e seis filhas. Pense nisso. E não guarde inveja da Marcela. Ela é apenas uma mulher de sorte também. Sejamos honestas: a sorte é o desejo de todas nós. Boa sorte, então.
Era só o que faltava: Dilma afirmou à imprensa americana que a misoginia tem desempenhado um papel preponderante no processo de impeachment contra ela. Disse que com certeza seria tratada de forma diferente se fosse um homem.
Vejam abaixo:
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Claro, como uma boa feminista essa seria a última tacada contra seus opositores. "Sou vÃtima de preconceitos", gritou a pobre presidente. Faz parte do discurso de esquerda apelar para o sentimento de injustiça que norteia os grupos de desfavorecidos, dentre os quais estão as pobres mulheres. A parte do discurso que não vemos é aquela por onde passam as altas verbas públicas para financiar uma minoria irresponsável e corrupta.
Mas sejamos coerentes no discurso: a bandeira mais defendida pelas feministas é a da igualdade. Se querem igualdade, que a tenham em todos os seus aspectos: bons ou ruins. A "espertinha", no entanto, quer apenas a parte "boa" da igualdade. Que agora amargue as enormes pressões pelas quais passam a maioria dos homens ao ocuparem cargos públicos.
Mulheres, entendam que ao colocar seus lindos pés fora de casa aparecerão inúmeras oportunidades de sucesso, dinheiro e fama. Mas, como tudo tem um preço, há um fardo de sofrimento inerente a cada conquista lá fora que somente os homens conseguem manejar sem fazer mi,mi,mi.
E aÃ, feministas, vão espernear? Ué? Vocês não são fortes e iguais aos homens?
Ela esqueceu de citar o voto da deputada Tia Eron, que mesmo sendo uma mulher negra e nordestina votou contra seu governo. Pelos parâmetros das minorias de esquerda, tia Eron está muito à frente da presidente. Não, não dá pra entender esse discurso feminista. Dilma está aÃ, para mostrar na pele seus insanos e suicidas desdobramentos.
Vivemos dias parecidos com aqueles profetizados por IsaÃas: dias em que a guerra de classes fomenta os interesses e o que é importante é deixado de lado. A marca do povo que abandonou o Senhor e os seus padrões divinos para a vida é este:
"... jovens no governo; irresponsáveis dominarão. O povo oprimirá a si mesmo: homem contra homem, cada um contra o seu próximo. O jovem se levantará contra o idoso, o desprezÃvel contra o nobre. Um homem agarrará seu irmão; um da famÃlia de seu pai, e lhe dirá: "Você pelo menos tem um manto, seja o nosso governante; assuma o poder sobre este monte de ruÃnas! "Mas naquele dia ele exclamará: "Não tenho remédios, não há comida nem roupa em minha casa; não me nomeiem governante do povo".
...Meu povo é oprimido por uma criança; MULHERES DOMINAM SOBRE ELE. Meu povo, os seus guias o enganam, e o desviam do caminho".
O Senhor diz: "Por causa da arrogância das mulheres de Sião, que caminham de cabeça erguida, flertando com os olhos, desfilando com passos curtos, com enfeites tinindo em seus calcanhares, o Senhor rapará a cabeça das mulheres de Sião; o Senhor porá a descoberto as suas vergonhas".
Naquele dia o Senhor arrancará os enfeites delas: ...em vez de perfume haverá mau cheiro, em vez de cintos, corda, em vez de belos penteados, calvÃcie, em vez de roupas finas, vestes de lamento, em vez de beleza, cicatrizes. Seus homens cairão ao fio da espada; seus guerreiros morrerão no combate" (IsaÃas 3:4-26).
Esse é o resultado daqueles que abandonam os padrões divinos para a vida. E nestes estão inclusos os papeis masculinos de liderança e os papeis femininos de ajuda idônea. Inverta o padrão e o resultado será o Brasil atual.
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Adna Barbosa



















