Divórcio: A vitória final do feminismo

19:32:00




Um dos alvos do feminismo é a destruição do casamento. Segundo as feministas, o casamento existe para beneficiar o homem, pois nele o homem obtém o controle sobre as mulheres. Portanto, a extinção do casamento é uma condição necessária para a liberação das mulheres. Desde a ascensão do feminismo radical, nas décadas de 60 e 70, o papel do "chefe de família" mudou radicalmente. Com a bandeira da igualdade sexual, homem e mulher deveriam dividir igualmente seus espaços na família e na sociedade. Mas na prática, os homens se tornaram supérfluos no lar e potenciais agressores das mulheres e crianças. Ou seja, homens são os vilões na unidade familiar, uma ameaça às mulheres e crianças.


O lado extremo desse pensamento é a total exclusão do homem da vida da mulher, o que fatalmente leva ao modelo de vida homossexual. No casamento, também, é difícil alcançar as expectativa da igualdade de gênero, pois a família, para funcionar, precisa de modelos ideais da ordem hierárquica de autoridade, com o homem sendo o cabeça e a mulher, a auxiliadora, e com filhos sujeitos à autoridade dos pais. Esse modo de vida reforça os padrões masculinos e femininos na sociedade, impedindo a proliferação das práticas homossexuais.

Percebem que essa caracterização do macho foi uma preparação para a prática do homossexualismo nos moldes hoje vivida? A força motriz do feminismo, portanto, foi a normatização das práticas homossexuais, começando pelo desprezo ao casamento nos moldes tradicionais e legalização do divórcio indiscriminado como fator principal de liberdade à mulher.

O feminismo foi o mais importante movimento por trás das "conquistas" que buscam destruir o casamento, como o divórcio. Ele desenhou o papel masculino dentro do lar como abusivo, fazendo do homem um inimigo a ser combatido, e empurrou as mulheres para fora do lar, tratando os papeis mais femininos, como os de esposa e mãe, como construções sociais machistas e resultantes da opressão patriarcal. Os dados estão aí para comprovar o que disse: em 2012, na Grã-Bretanha, dos 118.140 divórcios, 65% foram concedidos a mulheres (dados do Office for National Statistics).

Portanto, quando você pensar em divórcio ou ver apologia ao divórcio nas grandes mídias do nosso país, lembre-se disso. O feminismo odeia o casamento, porque nele nós podemos ser exatamente aquilo para o qual nascemos: esposas e mães, mulheres femininas.
Se você é mulher, esposa ou mãe, ou os três juntos, e não aceita o divórcio, você é, portanto, uma feminina e, claro, precisa ser coerente com o que defende ou rejeita. A marca do feminismo é amargura e raiva para com os homens e seus papeis masculinos na sociedade. Às vezes, algumas mulheres (pasmem, até cristãs!) aceitam a igualdade de papeis (bandeira que fatalmente levará ao divórcio e apologia ao homossexualismo) porque lhes foram vendidas como crenças genuínas para a liberdade da mulher. Mas, a independência econômica, as oportunidades de carreira, a igualdade no trabalho e a possibilidade de realizações pessoais fora da esfera doméstica são as "iscas" do feminismo que fatalmente levarão as "ingênuas" mulheres a contribuírem com o colapso da humanidade.

Se queremos restaurar o modelo de família saudável, livre dos males que visam destruir suas bases, como o divórcio, a primeira coisa a reparar é a casa/família disfuncional, restabelecendo os papeis masculinos e femininos no lar.

Nossos filhos precisam modelar seus papéis masculinos e femininos com base no que eles veem no lar. As meninas verão a mamãe e desejarão ser como ela. Os meninos verão o papai e desejarão ser como ele. É no lar que eles identificarão o que é ser homem e mulher. Para uma família funcionar é preciso que cada um desempenhe seu papel biológico. Só a mulher amamenta, só a mulher gera. Só o homem tem resistência e impetuosidade para lidar com a construção de uma família resistente, centrada na formação de pessoas com forte senso de responsabilidade moral, espiritual e social. 
 




O divórcio existe porque existiram mulheres e homens que acreditaram que a realização pessoal era mais importante do que a educação de filhos. "Se algo não vai bem no casamento", dizem as feministas, "toque a vida e abandone a família, afinal, mais vale você do que o homem com que você firmou um contrato social". Se o pensamento feminista tivesse sido combatido desde o começo, não veríamos hoje propagandas como as da Boticário (assista aqui). Se as mulheres femininas tivessem resistido aos apelos das feministas, não teríamos facilidades para romper com os laços matrimoniais. É o feminismo o vilão do divórcio.

O mais curioso é ver como o feminismo é uma filosofia de vida que não se sustenta na prática. Claro, ele tenta usurpar nossa natureza feminina como o ladrão tenta roubar o ouro mais precioso. Uma das melhores advogadas de divórcios de Londres, Vanessa Lloyd-Platt, disse que o alto índice de divórcios no Reino Unido - quase todos iniciados por mulheres - foi puxado principalmente pelas famílias em que o homem era um pai que ficava em casa enquanto a mãe era uma mulher bem-sucedida profissionalmente, fora do lar. Apenas 10% das mulheres domésticas eram responsáveis pelos divórcios. Mas como se explica isso? Não é este o modelo de vida pelo qual lutam as mulheres feministas? Segundo a advogada, depois de 6 a 12 meses de casamento com um homem beta, ou seja, que lava louça e cuida dos bebês, o romantismo e atração desaparece. "Elas simplesmente não se atraem por sujeitos submissos, tendo que ainda conviver com machos alfas no local de trabalho", afirmou Sra Lloyd-Platt.

A conclusão disso tudo é que o feminismo faz mal ao casamento, e, portanto, faz mal às mulheres. A vitória final do feminismo, nessa conversa de igualdade de gênero, é o divórcio e os danos irreparáveis às famílias.

Se você, então, é contra o divórcio indiscriminado, como hoje é aceito na nossa lei, você está do nosso lado e é bem-vinda ao clube da Feminina.



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Adna Souza é casada 
com Luciano e 
mãe de três filhos.

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